Inspiração diretamente do Capão Redondo

Você provavelmente já ouviu falar do Gustavo Torres, seja através das dicas para se preparar para fazer os testes ou através de uma das entrevistas que ele concedeu.

A história dele é incrível: não só porque ele é um brasileiro que foi aprovado em cinco das melhores (e mais competitivas) universidades americanas, mas também porque cada uma dessas conquistas foi resultado do seu esforço e determinação. 


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Nome: Gustavo Torres da Silva

Área de estudo: Engenharia Física e Empreendedorismo

Aceito em: Massachusetts Institute of Technology (MIT), Stanford, Harvard, Columbia e Duke Universities, com bolsa.

Status: Matriculado como primeiro-anista na Stanford University

Gustavo é co-fundador do Descobrindo o Sonho Jovem (DSJ), uma “Fábrica de Sonhos” que procura aproveitar todo o potencial dos adolescentes brasileiros para fazer o país crescer.

Morador do Capão Redondo, ele estudou no Colégio Santo Américo com bolsa do programa Ismart em São Paulo.

Ele também participou do programa Oportunidades Acadêmicas e fez o processo de admissão com o apoio da rede EducationUSA.

Conheça a sua história, que é fonte de inspiração para muita gente, inclusive para nós:


Comecei 2014 com a certeza de que queria aplicar para faculdades americanas.

Great! Depois dessa decisão, a pergunta imediata era: “como vou fazer isso?”

Muitas das pessoas para quem fui pedir ajuda me falaram do Opportunity Funds (OF), o programa do EducationUSA dedicado a alunos que não podem pagar o processo de candidatura.

Além de custear provas e traduções, o OF também daria toda a mentoria e orientação de que precisasse. Quando descobri que fui aceito no programa, pensei “Sensacional, já tenho meio caminho andado!”

Descobrindo o Sonho Jovem
Além do processo de admissão, Gustavo usou planejamento e design thinking para ajudar outros jovens a encontrarem metas para seus objetivos através do Descobrindo o Sonho Jovem
Eu estava mais certo do que pensava.

Ter a ajuda do EducationUSA me manteve no caminho certo em vários sentidos. A coordenação do programa me dava prazos para enviar documentos, estudar para provas e montar minha lista de faculdades.

Às vezes os prazos pareciam ser muito adiantados em relação ao que as instituições pediam, mas isso era intencional. Ter boa parte do material pronto o quanto antes fez com que, ao final do ano, eu ficasse tranquilo e pudesse me dedicar a partes trabalhosas da candidatura.

O aprendizado que minha orientadora repetia e que ficou marcado foi “The early bird gets the worm”.

Além da coordenação, os próprios alunos do Oportunidades Acadêmicas me ajudaram muito durante 2014.

Depois de eventos em que conheci eles, senti uma energia contagiante de gente querendo mudar o mundo, sonhando alto e sendo louco; como eu!

Ver esse pessoal tão engajado me inspirou a acreditar no que às vezes parecia impossível e a estudar 20h por dia para chegar mais perto dos meus objetivos de 2014.

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Um dos encontros do Descobrindo o Sonho Jovem, dentro da Fábrica de Criatividade, no Capão Redondo
Com toda essa ajuda, estar no OF já era meio caminho andado para a admissão nas faculdades.

Mas era exatamente isso: meio. Apesar de o apoio deles ser sensacional, era indispensável que eu dedicasse várias horas do dia para estudar para provas e escrever redações.

Lembro que na hora de enviar tudo, mesmo não tendo certeza de que ia ser aceito em alguma universidade, me sentia satisfeito pelo esforço que dedicamos para alcançar nosso objetivo.

Não foi fácil. Redigia essays, enviava para minhas orientadoras corrigirem, elas corrigiam, eu revisava, elas corrigiam de novo e assim foram vários meses trabalhando com redações e formulários até termos o material pronto.

A ajuda do EducationUSA me deu muita firmeza durante 2014 para saber que estava no caminho certo.

Realmente, não falhou.

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Fomos aprovados em Columbia, Duke, Harvard, MIT e Stanford – e falo no plural (“fomos”) porque foi, claramente, o trabalho de um time.

Para os aspirantes às faculdades americanas, tenho duas recomendações:

A primeira é refletir sobre a sua razão de estudar nos EUA. Qual o significado que isso tem para você?

Não pode ser só porque é bacana, mas porque se alinha com seu propósito e sonhos: isso vai te ajudar a manter foco e dedicação durante o processo.

Depois de respondida essa pergunta com razões suficientes, recomendo procurar quanta ajuda conseguir – de amigos, professores e, claro, do EducationUSA (:

Stay strong!

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