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Já conhece a EducationUSA Academy??

Se você tem o sonho de estudar numa universidade estadunidense (vendo aqueles filmes, quem não tem, né não?) esse programa pode ser perfeito para você.

E o que é o EducationUSA Academy?

É um programa de Summer realizado pela EducationUSA e pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos em parceria com 10 renomadas universidades norte-americanas. Durando de três a quatro semanas, ele oferece uma combinação de curso intensivo de inglês, conteúdo preparatório para admissão em uma universidade norte-americana e atividades inter-culturais para jovens de 15 a 17 anos (em julho do ano em questão).

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Mind-blowing, né?

E aí, vai perder essa oportunidade? 

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Não? Então visite nosso site e saiba mais.

 

5 steps to study in the USA

O EducationUSA, órgão afiliado à Embaixada Norte-Americana e sua fonte oficial de informação sobre estudos nos Estados Unidos, acredita em cinco passos principais para você alcançar seu objetivo de estudar no exterior. E como nossa missão é facilitar todo esse processo para você, vamos falar um pouco sobre cada um deles.

1. Research your options

O primeiro passo da sua jornada para ir estudar nos Estados Unidos é encontrar a sua instituição. Você sabia que são mais de 4.000 instituições de ensino no país? Isso mesmo! Então como encontrar a melhor universidade para você?

O que nós acreditamos é que você tem que buscar pela universidade que mais se encaixa no seu perfil – perfect fit! Tudo bem a gente sonhar com Harvard e Yale, tudo bem a gente querer estudar em Columbia ou Brown. Mas estas instituições têm a ver com você? Muitas vezes, por sempre ouvirmos estes nomes em filmes, propagandas, reportagens e rankings, achamos que apenas estas instituições são boas. E elas são mesmo! Mas dentro do enorme número de instituições do país, sabemos que muitas outras ali são tão incríveis quanto.

Então, o que a gente quer dizer é: encontre uma instituição que se encaixe com o seu perfil em todos os sentidos – acadêmico, econômico e pessoal. Deste modo o seu sonho de estudar nos Estados Unidos ficará muito mais próximo de acontecer! Por isso, quando estiver montando a sua College List, sempre pense no porquê você quer estudar nos Estados Unidos? Onde seria a melhor localidade? Quais colleges ou universidades de encaixam nos seus requisitos? Há ou não a necessidade de aplicar para uma bolsa de estudos? Quais são os prazos do application? 

Para te ajudar nesse processo, você pode utilizar dois sites:

https://studyinthestates.dhs.gov/school-search 

https://bigfuture.collegeboard.org

Não se esqueça, também, dos testes de proficiência (TOEFL ou IELTS) e acadêmicos (SAT ou ACT) que a sua universidade pode exigir. Esteja atento com as datas, preparação e realização dos testes dentro dos prazos do application. Você pode saber mais sobre estes exames aqui.

2. Finance your studies

O segundo passo deste processo é saber como você vai financiar o seu intercâmbio. Lembrando que os custos para estudar nos Estados Unidos são altos e você terá que comprovar como pagará por eles antes mesmo de sair do país. Então, logo após escolher a sua instituição, já comece a procurar programas de Financial Aid e outros tipos de bolsas da instituição.

Há uma enorme quantidade de tipos de bolsa para as quais você pode aplicar, lembrando que o application para bolsas de estudo ocorre junto ao processo geral de aplicação. Isso exige uma grande disciplina com relação à toda documentação necessária e prazos, pois o processo é bem concorrido e qualquer atraso pode prejudicar seu processo.

Dica: os custos para estudar nos Estados Unidos variam muito de região para região. Subúrbios e áreas rurais e as regiões South e Midwest normalmente têm custos de vida mais baixos. Busque por mais de um local e sempre tente variar para poder comparar os preços e ver qual deles se encaixa melhor no seu orçamento!

Para encontrar alguns tipos de bolsas de estudo disponíveis, acesse https://educationusa.state.gov/find-financial-aid

3. Complete your application

Sabemos que o processo de application é bem holístico e diferenciado do processo para ingresso no estudo superior que acontece aqui no Brasil. Por isso, fique sempre ligado nos prazos e requisitos de cada instituição para as quais você realizará sua aplicação.

Além disso, há uma lista de documentos básicos que são requeridos nesse processo, como cartas de recomendação, personal statements, históricos escolares ou de graduação e diplomas. Tente deixar tudo isso organizado e traduzido (inclusive, o EducationUSA pode te ajudar com isso aqui) para evitar imprevistos.

4. Apply for your student VISA

Agora que você já completou os passos anteriores, pode partir para o processo de retirada do visto – neste caso, o visto é de estudante – F, J ou M -, o visto de turista não tem validade para estudar a longo prazo nos Estados Unidos -. Nesta etapa, o Consulado dos Estados Unidos que te auxiliará.

Você pode esclarecer dúvidas e pedir mais informações através dos sites:

https://travel.state.gov/content/travel/en/us-visas.html

https://studyinthestates.dhs.gov/students

5. Prepare for your departure

E, finalmente, prepare-se para sua viagem! Com seu application pronto, sua carta de aceitação e toda documentação necessária, o último passo dessa caminhada consiste na organização geral para viajar e o EducationUSA pode te ajudar com isso.

Através da nossa Pre-Departure Orientation você vai ter acesso às informações sobre sua viagem, o que esperar desta experiência, auxílio com mudanças, adaptação e cultura local, no geral, uma preparação para sua nova vida neste período no exterior. Contate o centro mais perto de você para saber quando será o próximo evento!

BOA SORTE!

Veterinária, Direito, Medicina e Odontologia nos Estados Unidos

O sistema de estudo dos Estados Unidos tem muitas diferenças quando comparado com o brasileiro. Além do processo mais holístico de aplicação, alguns cursos apresentam dificuldades e obstáculos. Estes cursos, muito buscados, são veterinária, direito, medicina e odontologia.

Para começar, a primeira diferença é que estes cursos, que no Brasil se caracterizam por cursos de graduação, nos Estados Unidos são cursos vistos como uma pós. Ou seja, para você ser veterinário, advogado, médico ou dentista, você faz um ciclo básico de estudo numa graduação normal (pre-vet, pre-law, pre-med e pre-dental), fazendo os créditos necessários e, depois, aplica para os cursos de pós e especialização nestas áreas.

Mas, se você faz um destes cursos e tem o sonho de estudar ou exercer a profissão nos Estados Unidos, vamos apresentar aqui algumas opções:

1. Veterinária

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O primeiro passo para fazer veterinária nos Estados Unidos é verificar se a sua instituição de ensino é reconhecida pela AVMA – você pode fazer isso através do link https://www.avma.org/ProfessionalDevelopment/Education/Foreign/Pages/ECFVG-world-colleges.aspx.

Se a sua universidade é reconhecida, então você poderá realizar o processo de validação e aplicação. A validação do diploma é feita por duas organizações, ECFVG e o PAVE e você deverá ter uma das provas de fluência do inglês – TOEFL ou IELTS. Tendo isso, você segue para a fase de avaliação dos conceitos do curso. Isso ocorre pelos exames  teóricos do BCSE – Basic Clinical Science Examination ou QE – Qualifying Examination e pelos exames práticos do CPE – Clinical Proficiency Examination ou CSAE – Clinical Skill Assessment Examination. E, por fim, a última prova, o NAVLE.

E depois de todo este processo, finalmente, você pode exercer a profissão de veterinária(o) nos Estados Unidos!

2. LL.M. – Master of Laws

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O LL.M., curso de pós-graduação em direito nos Estados Unidos, é uma ótima opção para quem quer ter a oportunidade de estudar direito no exterior! Ele dura mais ou menos um ano e oferece ao aluno a oportunidade de realizar muito networking e obter uma noção teórica e prática do direito internacional, principalmente sobre Common Law.

Para aplicar para os programas de LL.M. é necessário, primeiramente, escolher as instituições para as quais o candidato vai querer aplicar, porque não são todas as instituições que oferecem este tipo de curso. O candidato deve realizar o exame de proficiência da língua inglesa, TOEFL ou IELTS, e também organizar os documentos solicitados pela instituição, todos traduzidos para o inglês – como o histórico de graduação, diplomas, certificados, etc. Em termos gerais, o processo é bem similar ao de aplicação para um mestrado no exterior, mas toda a aplicação é realizada pelo sistema LSAC – The Law School Admission Council.

3. Residência Médica

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Como não há a possibilidade de validação de um diploma de medicina cursado no exterior para atuar na profissão nos Estados Unidos,  uma opção é a residência médica. O processo para realizar residência médica nos Estados Unidos é um pouco difícil e demorado. Ele conta com toda uma validação de conhecimentos que você deve ter adquirido previamente, fora os requisitos de aplicação para a oportunidade. Mas todos os anos há uma grande quantidade de alunos internacionais que são admitidos para ter essa experiência no exterior.

Para isso, primeiro você precisará do ECFMG certificate, uma espécie de validação de diplomas que acontece através da realização do exame norte-americano de Licença Médica, o USMLE – United States Medical Licensing Examination que é dividido em três partes que avaliam seus conhecimentos adquiridos no curso de medicina, a residência médica exercida pelo aluno em seu país e a prática de manejo do paciente e fluência do inglês. Fora o exame, o aluno também precisará de uma gama de documentos de informação pessoal, profissional, pesquisa, experiência, publicações, personal statement, cartas de recomendação e uma lista de programas onde gostariam de fazer residência.

No caso das publicações, eles pedem que comprovem a autoria de artigos e pesquisa realizados sobre assuntos médicos durante seu tempo de estudo. Isso inclui artigos, participação em congressos e possíveis livros que participou ou escreveu.

No caso das cartas de recomendação, o sistema pede quatro cartas e seria importante que elas sejam de médicos norte-americanos. Há todo um critério para a seleção e os médicos de lá têm maior credibilidade para o processo de seleção do que os médicos estrangeiros.

Temos também o USCE – United States Clinical Experience. A sigla se refere aos estágios realizados na área, no caso, uma opção é, além do observeship e externship, o estágio clerkship que tem maior peso que os demais.

Com todos estes documentos, o estudante poderá se inscrever no ERAS – Eletronic Residency Application System e, finalmente, consolidar seu processo de aplicação para residência médica nos Estados Unidos.

4. Residência odontológica

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Bom, assim como veterinária, os Estados Unidos não reconhecem o diploma para poder exercer a profissão lá. Ou seja, os estudantes dessa área que querem trabalhar por lá terão de tomar um outro caminho.

O primeiro passo é completar os requisitos acadêmicos e isso acontece através revalidação dos seus certificados a partir da residência odontológica. Um porém é que cada Estado norte-americano tem a sua regra para isso, e o profissional ficaria condicionado à trabalhar apenas nos Estados que possuem regras parecidas com as de onde realizou residência. Isso ocorre porque, além do exame teórico do NBDE, há mais três exames que o candidato deverá fazer dependendo do local onde deseja atuar. Sendo eles: WERB – Western Regional Examination Board, NERB – North East Regional Board CRDT – Central Regional Dental Testing.

Decidindo o local de residência, prestando os exames e sendo aprovado em todas as etapas, o candidato deve se inscrever no órgão estadual através do State Dental Board e aguardar a emissão da sua licença para trabalho.

Como estudar no exterior pode mudar você

Fazer um intercâmbio te faz passar por experiências e situações que é impossível imaginar. E nós do EducationUSA separamos alguns benefícios que essa viagem pode trazer para a sua vida!

1. Muda sua perspectiva

Nós temos a mania de achar que o que acontece com a gente é regra para todo mundo. E isso não é verdade. Num intercâmbio, momento no qual você vai ter que lidar com novas culturas, costumes e pessoas, você aprende que nós somos condicionados a ver o mundo da nossa maneira. Mas que ela não é refletida na realidade dos demais.

Normalmente, nós estamos presos na vida que temos, no nosso trabalho, na nossa escola, no nosso ciclo de amigos ou até mesmo nas nossas concepções morais. E ao lidar com isso diariamente, na perspectiva de que você é o estranho em um novo espaço, você terá a oportunidade de aprender coisas novas, ampliar sua perspectiva para muito mais do que está no seu dia-a-dia e aprimorar seu senso crítico.

2. Te faz enfrentar seus medos

E quem nunca teve medo de ficar sozinho na vida? É isso mesmo. Você vai lidar com este medo. Fazer um intercâmbio te faz entender e ver que estar sozinho não é de tão ruim. É a oportunidade certa pra você curtir, além da companhia dos seus novos amigos, a sua. É entender que não há medo nenhum em estar com quem você mais conhece, você mesmo. É se ver responsável por tudo o que você fizer, ter noção de atos e consequências. E mesmo com tudo isso, ver que sua família e amigos, mesmo não estando com você fisicamente, permanecem te apoiando e estando do seu lado.

3. Te faz conhecer mais de você mesmo

Uma viagem te faz ter que lidar com situações que você não espera, mas que você tem que ter força suficiente para agir. Uma doença. Um mal-entendido. Uma briga. Uma decepção. Pessoas novas. Família nova. Amigos novos. País novo.

É diante dessas inúmeras situações que você vai entender melhor como você reage e atua na sua própria vida. Porque, muitas vezes, vivemos no automático: fazemos as mesmas atividades, ficamos com as mesmas pessoas, frequentamos os mesmos lugares e parece que o nosso corpo já faz tudo isso sem pensar. E é no intercâmbio que você descobre que ainda há espaço para coisas novas dentro de você! Seu lugar favorito muda. Sua comida favorita muda. Sua música preferida muda. Seu hobbie preferido muda. Ou não. Mas você muda!

4. Te ensina a lidar com mudanças

E o que fazer quando tudo o que você mais tinha certeza, muda? Você se adapta. Esta, com certeza, é uma das melhores qualidades que o intercambista ganha, ou aprimora. Seja por uma mudança de rotina, mudança de hábitos, mudança de pensamentos, mudança até mesmo de planos. Você começa a direcionar a sua vida para as suas novas preferências e aprende que ninguém é mais responsável pela sua vida, do que você mesmo. E que mudanças, muitas vezes, vem acompanhadas de lições e ensinamentos que, nem sempre, estamos prontos para aprender.

5. Te mostra como a vida é curta

Seja por um mês, seis meses, um ano ou dois. Um intercâmbio te dá uma sensação de que, ao mesmo tempo que o tempo é infinito, ela passa voando. Você tem um milhão de lugares para visitar, museus para conhecer, paisagens para fotografar, pessoas para conhecer, comidas para degustar, idiomas para aprender e tudo isso em um tempo que não é nada comparado à quantidade de coisas anotadas na sua bucket list. Então, vai! E aproveita esse tempo para fazer tudo o que você tiver vontade, até porque a gente nunca sabe quando vai ter a oportunidade de voltar. E é com esse sentimento de fazer acontecer que você volta pra casa cheio de novos planos!

6. Te faz reformular objetivos de vida e repensar no seu futuro

Com tantas novidades, mudanças, pessoas e crescimento pessoal, é claro que é normal nós voltarmos de um intercâmbio cheios de dúvidas. Minha vida vai voltar ao que era? O que eu faço agora? Trabalho? Estudos? Projetos? Mudanças?

E a resposta para tudo isso é… permita-se ser. Reflita a partir de todas as experiências que você teve nesse período. Tudo o que você conheceu, tudo o que você aprendeu, o tanto que você mudou… tudo! E agora olhe para frente. Você se vê realizando as mesmas coisas? Ou você tem novas ideias e projetos? Porque não existe uma fórmula mágica para superar a saudade que dá, mas você pode acrescentar a sua experiência de intercâmbio na sua nova vida quando você volta. Mas cada um encontra sua maneira para isso.

Check list de documentos para estudantes estrangeiros nos EUA

Sendo um estudante internacional nas universidades nos Estados Unidos, você precisará providenciar o visto F-1. Mas este não é o único documento necessário no longo processo de aplicação para as universidades norte-americanas. Por isso, separamos um check list especial para você que precisa de ajuda e está confuso com relação aos documentos requeridos pelo governo dos Estados Unidos.

1. Documentos principais

  • Visto F-1 e o passaporte, ambos válidos;
  • O formulário I-20, original emitido em acordo da sua instituição com o governo norte-americano;
  • Comprovante do seu suporte financeiro (pode ser um comprovante de conta bancária, salário,…);
  • Informações de contato da sua instituição nos Estados Unidos e de um contato no seu país, no nosso caso, Brasil;
  • Carta de aprovação na instituição;
  • Carteirinha de estudante;
  • Certificados acadêmicos (ou suas cópias);
  • Histórico médico;
  • Carteirinha de vacinação;
  • Comprovante de endereço que vai se estabelecer nos Estados Unidos;
  • Comprovante do seguro internacional;

2. Caso você vá trabalhar, há alguns adicionais..

  • Formulário do I-20 emitido em acordo do seu local de trabalho com o governo norte-americano;
  • Seu cartão de autorização para ser um empregado (EAD card);
  • Comprovante de contratação (pode ser uma carta da sua empresa falando sobre sua carga horária, qual sua função, tempo de contrato, …);

Lembrando que para viajar, mesmo que dentro dos Estados Unidos, o estudante deve levar o passaporte, ou uma cópia dele, e seu formulário do I-20 sempre consigo.

Sempre confira com a sua instituição quais os documentos que ela exige de seus estudantes internacionais. E verifique no site do consulado e embaixada norte-americana se não há nenhuma atualização com documentos adicionais.

Mantenha esses documentos bem guardados com você durante todo o tempo e boa viagem!!

Preparação para exames acadêmicos

Bom, para estudar em uma universidade nos Estados Unidos, há dois tipos de exames necessários: os de proficiência da língua e os acadêmicos. Os de proficiência são o TOEFL e o IELTS, e os acadêmicos são o SAT e ACT. Nós do EducationUSA São Paulo já fizemos um post para você explicando direitinho as diferenças dos exames e como é a estrutura de cada um! Dá uma conferida nesse post através desse link: https://eduusaalumni.wordpress.com/2014/09/11/quais-provas-de-admissao-eu-devo-fazer/.

Mas hoje a gente vai falar um pouco mais sobre a preparação e o dia da prova!

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SAT

O teste

O exame do SAT, que é oferecido pelo College Board, consiste em avaliações de Matemática, Inglês e Redação (obrigatória). E há uma parte extra que pode ser pedida pelas universidades que envolve cinco áreas do conhecimento (SAT Subject Test): Inglês, História, Idiomas, Matemática e Ciências. Cada área tem uma hora de prova com questões de múltipla escolha em nível de ensino médio e com pontuação de 200 a 800 pontos. Você não pode realizar o SAT e o SAT Subject Test no mesmo dia e para o Subject Test você só pode realizar um máximo de três temas diferentes por dia de prova. Além disso, para os exames de matérias específicas, eles podem pedir para você levar material especial para a realização do exame, como por exemplo, CD players.

Você tem toda liberdade de escolher quais testes realizar quando você se registra, mas no dia você pode trocar as matérias, adicionar ou tirar alguma área de conhecimento, mas isso com algumas limitações.

A prova é ofertada algumas vezes no ano, confira as datas para 2018/2019 pelo link: https://collegereadiness.collegeboard.org/sat-subject-tests/register/international-registration/test-dates-deadlines. Fique ligado para se cadastrar e não perder as datas!

Preparação

O SAT tem toda uma plataforma online de apoio ao estudante, bem como esclarecimento de dúvidas, curiosidades sobre a prova, esclarecimento de processos (como enviar as notas para as universidades e várias dicas sobre como tudo funciona. E, para a nossa alegria, eles tem uma área onde o aluno pode estudar e praticar online para o teste! É só acessar https://www.khanacademy.org/sat?utm_source=sat-hp-abt-testv&utm_medium=cb418-link&utm_campaign=practice

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No dia da prova 

O que levar

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  1. Seu Admission Ticket;
  2. Documento original com foto – ID;
  3. Dois lápis No.2 com borracha;
  4. Caso faça o teste de matemática, uma calculadora;
  5. Caso faça o teste de idiomas com listening, um CD player;
  6. Caso você precise de algum medicamento durante o teste, verifique se é possível levá-lo;

Celulares e outros aparelhos eletrônicos de diversos tipos não são permitidos na prova.

A prova

A prova é bem parecida com um vestibular e aqui vão algumas dicas para você se preparar:

  • Tente chegar pelo menos meia hora antes do horário previsto (se seu centro de testes for fechar os portões às 8h, se programe para chegar umas 7h30);
  • Leve snacks e água para consumir nos breaks (são dois breaks de 5 minutos);

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  • Leve um relógio simples para acompanhar o tempo de prova;
  • Leve baterias e equipamentos extras, como calculadoras e CD players para garantir a realização do teste;
  • Não se esqueça do seu ID e Admission Ticket, eles são sua identificação para a prova;
  • Espere para sentar, os assentos são reservados e não de escolha dos participantes;
  • Espere as instruções dadas pelo coordenador e é ele quem vai controlar o tempo do seu teste (Cada Subject Test leva uma hora de realização. Você tem uma hora para realizar esse teste, faça com calma porque acabar antes não faz você ir para casa mais cedo! Você espera até a hora estipulada para poder começar o próximo. Então, sem pressa!);
  • Tome cuidado com os chutes! Caso você não tenha certeza sobre uma questão, pense duas vezes antes de “chutar” porque isso pode prejudicar a sua nota no final.

Agora é só se preparar e garantir o..

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Caso algo dê errado, acesse https://collegereadiness.collegeboard.org/sat-subject-tests/taking-the-test/test-day#changing-tests para instruções de como proceder nestas situações.

ACT

Comparação

A estrutura do ACT muda um pouco com relação ao SAT. No ACT você realiza o teste de todas as áreas do conhecimento em um mesmo dia, entretanto, a redação é opcional e você pode realizá-la em 30 minutos, quando para o SAT são 25 minutos! Além disso, se você for prestar o ACT, fique ligado nos conhecimentos de matemática que eles costumam cobrar, pois são um pouco mais elaborados dos cobrados pelo SAT. Entretanto, quando você chuta uma questão e erra, esse erro não altera sua nota, como no SAT.

Em adicional ao ACT, há uma parte de ciências. Não são cobrados conhecimentos específicos mas, diferentemente do SAT, as ciências são uma maneira que o ACT encontrou de testar a análise de fatos e habilidade de raciocínio do participante (O SAT Subject Test tem uma parte de ciências também, mas é na área específica do teste e que depende da universidade e da escolha do aluno para realizá-la).

Pré-prova

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Bom, focando no ACT! Eles vêm tentando mudar sua estrutura para o modelo online. E dentro de pouco tempo toda a estrutura e realização da prova será através do computador. Para saber mais e se familiarizar com esse modelo, o ACT preparou um “manual” para os alunos de como a prova funciona. Fique ligado e sempre busque a última versão desse manual para se familiarizar com o sistema da prova.

O primeiro passo é o registro online para realizar a prova. Neste mesmo link já aproveita para conferir as datas de realização do exame! Algo muito legal que eles também têm é uma plataforma online para a preparação do aluno antes da prova, onde há alguns testes antigos, dicas e etc para o aluno treinar e ter uma noção da estrutura da prova.

No dia da prova

O que levar

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  1. Seu Admission Ticket
  2. Documento original com foto – ID;
  3. Lápis No.2 com borracha;
  4. Relógio;
  5. Calculadora;

No dia da prova não é permitido levar nenhum tipo de material de consulta ou aparelhos eletrônicos. É permitido levar comida, então não se esqueça do seu snack! Porém você só poderá consumi-lo durante o break (para a realização da prova não é permitido nem água).

Dicas

  • Chegue cedo, assim como para o SAT, recomendável chegar pelo menos meia hora antes dos portões fecharem;
  • Leve um snack;

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  • Não se esqueça do seu relógio para auxiliar no controle do tempo;
  • Traga os documentos solicitados para a realização da prova (Ticket e ID);

Scores

Enfim, depois da realização da prova, chega a hora de conferir a tão esperada nota! E neste link você encontra como fazer isso!

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E caso algo dê errado no seu dia de prova, não se desespere! Dá uma checada no site deles para saber como proceder nestas situações através do link http://www.act.org/content/act/en/products-and-services/the-act/test-day.html

O EducationUSA deseja a todxs uma boa sorte!

 

Ainda dá tempo de…

Outubro é o começo do final. Com os prazos se aproximando, agora só resta finalizar o que você vem fazendo nos últimos meses e enviar sua candidatura às universidades. Antes de clicar no temeroso botão de “send“, porém, não deixe de dar uma olhada na lista abaixo, em que listamos coisas que você ainda pode fazer nesta reta final.

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Já pediu suas cartas de recomendação? Se não, melhor procurar seus professores logo; o fim do ano é uma época particularmente exigente do ano letivo para eles, e sua carta vai precisar ser encaixada entre formulação e correção de provas, simulados, aulões e revisões. É importante também informar ao professor, com calma, o tipo de informação que a carta deve conter e o tom em que deve ser escrita; nem todos os professores já fizeram isso antes. Mantenha contato com seu professor e esteja atento aos prazos (seus e dele).

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Os prazos para entrega da sua candidatura variam muito, não só entre instituições, mas, às vezes, entre os tipos de documento a ser entregues à mesma instituição. Por isso, fazer um calendário, tabela ou lista com todos os prazos de cada universidade pode ser de grande ajuda.

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Após preencher seus formulários, aguarde alguns dias para revisá-los. Com a mente fresca, verifique de que ele está preenchido do início ao fim (sem campos importantes em branco), sem erros ortográficos ou abreviações (estas podem dificultar a compreensão). Muitos alunos acham mais fácil revisar uma cópia impressa.

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Navegar na internet não é uma atividade extracurricular, e ir à academia do seu condomínio também não. É importante avaliar se as atividades esportivas ou artísticas, organizações estudantis e trabalho voluntário são pertinentes ao seu application.

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Respeite limite de palavras (mínimo e/ou máximo) para as redações. Assim como ter conhecimento para discorrer de forma extensiva é importante, saber expô-los de forma concisa também o é.

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Certifique-se de mandar TUDO o que foi pedido pela universidade, prestando atenção especial aos materiais complementares. Às vezes, eles tomam tanto tempo para preencher ou redigir quanto o próprio formulário.

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Por outro lado, não mande materiais que não foram pedidos. Embora muitos alunos pensem que isso possa fortalecer sua candidatura, acaba parecendo uma demonstração de desorganização para os departamentos de admissão.

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Acima de tudo, mantenha a calma. Conforme os prazos se aproximam, é comum que os candidatos se afobem e, na correria, pulem etapas ou negligenciem aspectos importantes dessas etapas. Lembre-se de que toda essa correria tem apenas um objetivo: enviar a melhor candidatura possível e, quem sabe, ser aceito em uma universidade americana.

Os Segredos de um Bom College List

Simplesmente criar uma lista com dezenas de universidades não significa que o processo será mais fácil. Uma lista bem pensada pode levar a um processo menos estressante e aumentar suas chances de sucesso.

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As perguntas que pairam sobre este momento de decisão são:

Para quantas universidades aplicar? Mas minha lista não pode ter só Ivy League? Dá tempo de aplicar para 20 faculdades?

Resposta certa não existe; o que temos para você é um conjunto de dicas para levar em consideração ao montar sua lista.

Uma lista bem pensada deve incluir um conjunto de instituições nas quais você estaria feliz estudando, não importa para qual delas você seja aceito. Esta organização da lista ajuda o aluno a estar no controle.

  • Para pensar. Cada envio de application vai custar no mínimo $40 dolares.

O segredo desta lista está no que chamamos de PERFECT FIT. Escolas que, de modo geral, são perfeitas para você. Escolas que oferecem cursos que lhe interessam, onde a exigência de notas do Ensino Médio é condizente com seu desempenho escolar, que peçam notas de SAT/ACT e TOEFL próximas da que você atingiu, instituições que oferecem a oportunidade de receber a ajuda financeira de que você precisa.  

Dream School

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Instituições que, em anos anteriores, tenham aceitado alunos com notas superiores às suas. Estas instituições não são impossíveis de entrar, porém são muito seletivas.

Reach Schools 

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Instituições onde a parte acadêmica da sua application esteja dentro do esperado. Não existe garantia de entrada, porém eles não pedem mais do que você tem a oferecer.

Safety Schools 

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O nome fala por si só. Instituições onde você esta acima da média. Essas instituições, mesmo com maior índice de aceitação, devem ser universidades aonde você amaria ir.

Sugerimos que você escolha instituições onde você seria feliz, e que lhe ofereçam exatamente o que você está procurando.

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Preparamos uma lista de perguntas para ajudá-lo a montar a sua lista Final:

-Interesse

Quais são seus interesses?

O que você gosta de fazer por lazer?

Qual é seu estilo de aprendizado?

-Objetivos

O que você se vê fazendo no futuro?

-Ajuda Financeira

Quanto você/sua família poderá investir na sua educação nos EUA? Lembre-se que além da tuition e taxas, você e sua família devem planejar-se para gastos com livros, moradia, alimentação, etc.

Você precisa de bolsa de estudos?

-Clima

Você se importa com temperaturas muito altas ou muito baixas?

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5 dicas para não sofrer com a mudança para os EUA

Candidatar-se a uma vaga em uma universidade americana é difícil. São applications atrás de applications, atrás de testes, e cartas de recomendação, e essays, e documentos…

Julho é o mês em que muitos se dão conta de que isso foi só o começo, e uma longa jornada ainda se estende adiante. Se tomar a decisão de estudar em outro país exige convicção, efetivamente deixar seu país exige algo a mais: coragem.

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Mas você não precisa ir só com a coragem; informação também ajuda (e muito!). Por isso, montamos abaixo uma lista com 5 aspectos da realidade americana que causam estranhamento aos brasileiros:

For good measure

Qual é a sua altura? 5’10? 6’07? Com certeza, esse será o menor dos seus problemas envolvendo o sistema de medidas usado nos Estados Unidos. Abandonado por quase* todo o resto do mundo, o sistema de medidas imperial foi estabelecido na Inglaterra em 1824, e se alastrou junto com o Império Britânico. Pouco mais de um século depois, no entanto, foi substituído pelo sistema métrico na maioria dos países do antigo império… Uma das exceções, claro, são os Estados Unidos, que continuam a usar um sistema muito semelhante àquele.

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A conversão é complicada, principalmente por não ser uniforme. Por exemplo: para obter o valor em Celsius de uma temperatura, é necessário subtrair 32 do valor em Fahrenheit e dividir o resultado por dois. Para conversão entre centímetros e polegadas, por outro lado, basta multiplicar o valor em polegadas por 2,5.

*Libéria e Myanmar ainda utilizam unidades imperiais.

Tip of the iceberg

Dinheiro é um assunto delicado em qualquer lugar. No Japão, por exemplo, oferecer ao garçom (ou garçonete) um centavo que seja além do valor da conta é uma ofensa. A dificuldade se agrava quando as regras não são muito claras (e costumam não ser).

Esse é um dilema clássico de qualquer estrangeiro que visite os EUA. A gorjeta é obrigatória? Ou só se o atendimento for bom? Lá também são 10% ou é um valor fixo? Entrego direto ao atendente ou deixo junto com a conta? Vão me julgar se eu não der? And so on.

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A gente explica (ou tenta explicar): a gorjeta não é obrigatória, mas é esperado que, a menos que o serviço seja muito ruim, você deixe entre 10% e 20% do valor da conta para quem lhe prestou o serviço. E não só em restaurantes; taxistas, entregadores, manobristas, e até cabeleireiros e manicures também estão entre os profissionais que contam com gorjetas para integrar a renda. A CNN Money fez um manual [http://money.cnn.com/pf/features/lists/tipping] bastante completo que vai ajudar você a não passar vergonha nesses casos.

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Já ficou claro que as finanças são parte crucial da jornada que você está prestes a iniciar. Então, aqui vai mais uma dica importantíssima: no Brasil, estamos acostumados a pagar R$50 quando a etiqueta de preço diz R$50. Nos Estados Unidos, se a etiqueta diz U$50, você pode pagar até aproximadamente U$55. Não fez sentido?

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Assim como os brasileiros, os americanos também pagam impostos. A diferença é que lá normalmente fica claro exatamente quanto do valor pago está sendo encaminhado ao governo. A desvantagem é que quem não está habituado a isso acaba descobrindo só depois de inserir o cartão na máquina. Procure saber os impostos que incidem sobre transações comerciais no estado em que você está e tenha isso em mente quando for às compras.

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21

A maioria das pessoas passa a adolescência esperando pelos 18 anos, e quando a idade chega, acham que podem fazer o que quiserem. No Brasil, isso até é (quase) verdade. Mas nos Estados Unidos, é preciso ter mais cautela: lá, você ainda será considerado uma criança para coisas que está acostumado a fazer no Brasil. Um exemplo clássico são as bebidas alcoólicas, que você não poderá comprar, portar ou consumir até atingir os 21. Noventa dias após seu aniversário de 21, você também pode solicitar sua carteira de motorista definitiva (antes disso, jovens com mais de 16 anos de idade podem dirigir, mas há limitações que variam de acordo com cada Estado). Além disso, os jogos de azar, proibidos no Brasil, em solo americano são permitidos por lei, com concessões variando segundo o tipo de jogo, a idade dos pretensos jogadores e o Estado.

PC

Talvez você já tenha ouvido alguém dizer que o mundo está cada vez mais chato. Concorde com isso ou não, o fato é que o politicamente correto (abreviado para PC nos EUA) existe, e nos Estados Unidos muito mais do que no Brasil. O humor brasileiro (ainda) é amplamente dominado por membros do sexo masculino. Por isso, não é raro que seu conteúdo seja considerado sexista, homofóbico e, em menor escala, racista, em outros países.

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Nos Estados Unidos, os movimentos sociais que fazem essa crítica existem há mais tempo e estão mais disseminados, principalmente no ambiente universitário. Além disso, num país com a diversidade cultural que existe nos EUA, é necessário desenvolver certa sensibilidade a essas questões. Para garantir que sua fala não vai ofender ninguém, imagine como você se sentiria se um americano dissesse a mesma coisa a respeito do seu país.

A princípio, talvez seja difícil abandonar hábitos tão arraigados em nossa cultura nacional, mas se você encarar a situação como uma oportunidade de se adaptar a uma nova cultura e crescer como pessoa, não será tão dolorido.

Nós, do EducationUSA, ainda damos mais uma força na sua transição: esta sexta (22/07), às 13h30 ofereceremos o Pre-Departure Orientation, onde você pode aprender muito mais e assim, sentir-se seguro para dar esse passo. Ainda dá tempo de fazer a inscrição! Acesse este link e preencha o formulário.

A opção chamada Gap Year

O que é um Gap Year?

Gap year é quando um aluno faz a opção por não começar a faculdade imediatamente após se formar no Ensino Médio. Seja pelo motivo que for, e existem milhares de possíveis razões, um gap year pode ser uma boa oportunidade para se desenvolver e preparar para seus próximos passos.. Programas no exterior, oportunidades de estágio, projetos pessoais e iniciativas sociais, nacionais ou internacionais, são apenas alguns caminhos a percorrer na sua jornada de autodescobrimento e aprendizado.

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Gap Year e o calendário educacional brasileiro

Nos Estados Unidos, o ano letivo tem início em setembro e termina em junho. Por isso, alunos que se formam em uma escola que siga o calendário brasileiro (fevereiro – dezembro) terão quatro meses a mais no seu gap year do que alunos americanos.

Para aproveitar bem esse tempo e ter uma experiência rica, significativa e satisfatória um bom planejamento é imprescindível. . O foco deve ser o seu crescimento e as atividades extracurriculares com as quais você vai preencher os meses por vir, pois a garantia de entrada em uma universidade não existe de modo que faça essa experiência única para você, independente do resultado.

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6 verdades sobre um Gap Year

1) Decidir é preciso

Hoje em dia, é difícil abrir mão de um ano inteiro da sua vida acadêmica para “perambular”. Mas o gap year não é isso. É uma oportunidade de amadurecer antes de tomar o que talvez seja a decisão mais importante da sua vida: o que você vai ser quando crescer. O que pode parecer  uma grande perda de tempo, pode na verdade ser um intervalo saudável em que você poderá se dedicar a interesses além da vida acadêmica.

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2) Defender a sua decisão

Depois de entender os benefícios do gap year, talvez seja necessário provar para seus pais e amigos que um gap year não é um desperdício. O apoio e compreensão deles pode ser decisivo. É importante que sua família entenda a maturidade e independência que você pode adquirir com essa vivência e a responsabilidade que recai sobre você ao perceber que apenas você pode fazer com que o gap year valha a pena. Tudo isso são coisas que acrescentam não só ao seu currículo, mas ao tipo de adulto que você vai ser.

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3) Financiar a empreitada

Embora nos Estados Unidos seja algo comum estudantes de ensino médio conseguirem economizar dinheiro para investir no gap year, isso não faz parte da cultura brasileira de modo geral, por uma série de motivos: currículo escolar, carga horária dos empregos de meio-período, leis trabalhistas e por aí afora. Isso quer dizer que, além de pensar em financiar seus estudos, é mais provavel que seus pais também tenham de arcar com algumas despesas do gap year. Calcular os gastos com cuidado, pesquisar maneiras de receber auxílio financeiro  e apresentar um planejamento bem feito são algumas de nossas sugestões de como lidar com finanças. Tudo faz parte do processo de amadurecimento que normalmente se espera realizar no gap year.

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4) Gap year não combina com sofá

Se seu gap year inclui mais horas no sofá e computador que trabalho suado, reconsidere. O segredo de um gap year proveitoso é NÃO encará-lo como um “break”, e sim como o projeto mais importante da sua vida.

Competir com alunos recém-saídos do Ensino Médio, que têm acesso aos conselhos de orientadores e professores, pode dificultar um pouco seu processo de application para universidades americanas. Por outro lado, um gap year bem planejado vai conferir a você uma maturidade acadêmica que não só o diferenciará dos demais concorrentes, como também fará com que você aproveite melhor seu tempo na faculdade.

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5) Defender (de novo) a sua decisão

Se mal aproveitado, esse ano pode ser visto como uma perda de tempo pelos escritórios de admissão das universidades. Cabe a você preenchê-lo de modo a incrementar seu currículo acadêmico com uma experiência que seja valiosa para você e para a instituição onde pretende se matricular. É seu trabalho demonstrar que seu gap year foi o mais produtivo possível.

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6) Se tudo der certo, desfrutar dos benefícios

Por mais controversa que seja a decisão de tirar um gap year, e por mais difícil que seja executá-la, dificilmente ela fará de você uma pessoa pior. A dificuldade do processo é prova de que você está fazendo algo importante, cujos frutos podem ser colhidos pelo resto da vida: autoconhecimento e determinação. Por isso, se você conseguir superar todos os obstáculos, invista em projetos que realmente te interessam; descubra suas prioridades e valores; e viva experiências novas para ter na memória e no currículo.

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Vale lembrar que o gap year é normalmente uma decisão feita por alunos que não foram aceitos por suas Dream Schools na primeira tentativa. O tempo extra para preparação também é bem-vindo para aqueles que não conseguiram fazer o application a tempo ou por algum motivo não conseguiram completá-lo. Esta é a sua chance de investir em você, fazer descobertas e de quebra, se destacar na sua proxima tentativa de aplicar para universidades americanas.