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Graduação nos EUA

Transgender Students at United States Men’s and Women’s Colleges

By Devin McCarthy

Four traditional men’s colleges remain across the United States: Morehouse College, Hampden-Sydney College, Saint John’s University, and Wabash College. Only Morehouse accepts transgender men, and the school requires students to continue to identify as male for their entire time at the college in order to be eligible to graduate. While this policy is a significant step for the acceptance of transgender men nationwide, we are still clearly a long way from true recognition of the rights of trans men at American institutions.

Until recently, transgender women were barred from all women’s colleges in the United States. Calliope Wong made headlines in 2013 when she was denied entry into Smith College due to her biological sex and birth. Strong backlash caused women’s schools across the country to reconsider their admissions policy for trans women. Today, 26 of the 39 schools in the Women’s College Coalition accept at least some transgender women. However, these policies vary wildly. Some have very strict regulation as to which transgender women can be accepted, only a few admit trans men, and several admit non-binary students as well. Policies can be as inclusive as Mount Holyoke College, which accepts every student except those who were born biologically male and continue to identify as men, or as specific as Smith College, which accepts transgender women but notes that transgender men and gender-non-conforming students are not eligible for admission.

Barriers for transgender women at women’s colleges do not end after the admissions process, however. Trans women in athletics, for example, is still a hotly contested topic nationwide. The National Collegiate Athletics Association (NCAA) released guidelines for transgender women in 2010. These regulations state that students taking hormones must have received a diagnosis of “Gender Identity Disorder or gender dysphoria and/or Transsexualism”, an objectively outdated statement. Transgender women are also forced to take at least one year of testosterone suppression treatment before participating in athletics. These student-athletes face extreme criticism from the public and often do not feel fully accepted by their teammates or their institution as a whole. The constant accusations of “an unfair advantage” or “not belonging in the sport” can discourage transgender women and take the focus away from their athletic accomplishments.

Transgender students have to overcome all the usual challenges of a college student – difficult classes, roommate problems, homesickness – while also dealing with discrimination and often violence. These students experience sexual violence at a rate two to three times higher than that of their cisgender peers, and over one in four transgender people in the U.S. has been the victim of a bias-driven assault. Finally, many trans students, especially at men’s and women’s colleges where they are underrepresented, feel pressure to speak for and promote equal rights for transgender and gender-non-conforming students nationwide.

When school policy does not care for trans students, the burden of fighting discrimination falls on the individual students themselves. While progress is being made, institutions cannot just admit transgender students; they need to promote and enforce their rights.

O que saber sobre Summer Terms

Because we are all equal (1)

*Term é o nome dado para o tempo que algo dura, no caso, o nome dos períodos nos quais os anos acadêmicos são divididos. (equivalência: trimestre, semestre, etc)

Sendo um aluno internacional, é muito importante pensar em como você pretende passar suas férias de inverno (que acontecem naquela época do natal e ano novo, durando de 3 a 6 semanas) e suas férias de verão (que geralmente duram 3 meses, de junho a agosto).

Muitas universidades oferecem cursos durante as férias valendo créditos acadêmicos. Então enquanto algumas pessoas escolhem viajar ou visitar a família,  há também os que escolhem participar de algumas aulas.

E há algumas coisas que você deve saber sobre se você está considerando em ficar na universidade durante o Summer Break.

O crédito das aulas podem contribuir para o seu Status de Tempo Integral.  Alunos Internacionais sob o visto F1 têm que estar matriculados em cursos de no mínimo 12 créditos por semestre durante o ano acadêmico.  E algumas universidades, durante os Winter e Summer Terms, os créditos podem ser usados para completar as horas durante o curso regular. O que significa que você não precisa participar de tantas aulas durante o semestre.

Alunos Internacionais podem pagar a mesma quantia que os estudantes americanos.  Muitas dessas aulas não estão inclusas na tuition que o aluno paga anualmente, mas caso você escolha participar desses cursos, você pode vir a pagar o mesmo que um aluno residente dos EUA, mesmo em universidades estaduais. (Mas sempre cheque com a universidade. E caso você tenha bolsa, também é bom conferir se a sua bolsa cobre Summer e Winter Terms).

Você pode cursar em outra universidade que não a sua. Como às vezes as opções de cursos nas universidades são limitadas, o aluno tem a opção de cursar em outras universidades que oferecem as aulas com créditos acadêmicos.

Quer saber mais? Leia o artigo original aqui.

 

 

5 steps to study in the USA

O EducationUSA, órgão afiliado à Embaixada Norte-Americana e sua fonte oficial de informação sobre estudos nos Estados Unidos, acredita em cinco passos principais para você alcançar seu objetivo de estudar no exterior. E como nossa missão é facilitar todo esse processo para você, vamos falar um pouco sobre cada um deles.

1. Research your options

O primeiro passo da sua jornada para ir estudar nos Estados Unidos é encontrar a sua instituição. Você sabia que são mais de 4.000 instituições de ensino no país? Isso mesmo! Então como encontrar a melhor universidade para você?

O que nós acreditamos é que você tem que buscar pela universidade que mais se encaixa no seu perfil – perfect fit! Tudo bem a gente sonhar com Harvard e Yale, tudo bem a gente querer estudar em Columbia ou Brown. Mas estas instituições têm a ver com você? Muitas vezes, por sempre ouvirmos estes nomes em filmes, propagandas, reportagens e rankings, achamos que apenas estas instituições são boas. E elas são mesmo! Mas dentro do enorme número de instituições do país, sabemos que muitas outras ali são tão incríveis quanto.

Então, o que a gente quer dizer é: encontre uma instituição que se encaixe com o seu perfil em todos os sentidos – acadêmico, econômico e pessoal. Deste modo o seu sonho de estudar nos Estados Unidos ficará muito mais próximo de acontecer! Por isso, quando estiver montando a sua College List, sempre pense no porquê você quer estudar nos Estados Unidos? Onde seria a melhor localidade? Quais colleges ou universidades de encaixam nos seus requisitos? Há ou não a necessidade de aplicar para uma bolsa de estudos? Quais são os prazos do application? 

Para te ajudar nesse processo, você pode utilizar dois sites:

https://studyinthestates.dhs.gov/school-search 

https://bigfuture.collegeboard.org

Não se esqueça, também, dos testes de proficiência (TOEFL ou IELTS) e acadêmicos (SAT ou ACT) que a sua universidade pode exigir. Esteja atento com as datas, preparação e realização dos testes dentro dos prazos do application. Você pode saber mais sobre estes exames aqui.

2. Finance your studies

O segundo passo deste processo é saber como você vai financiar o seu intercâmbio. Lembrando que os custos para estudar nos Estados Unidos são altos e você terá que comprovar como pagará por eles antes mesmo de sair do país. Então, logo após escolher a sua instituição, já comece a procurar programas de Financial Aid e outros tipos de bolsas da instituição.

Há uma enorme quantidade de tipos de bolsa para as quais você pode aplicar, lembrando que o application para bolsas de estudo ocorre junto ao processo geral de aplicação. Isso exige uma grande disciplina com relação à toda documentação necessária e prazos, pois o processo é bem concorrido e qualquer atraso pode prejudicar seu processo.

Dica: os custos para estudar nos Estados Unidos variam muito de região para região. Subúrbios e áreas rurais e as regiões South e Midwest normalmente têm custos de vida mais baixos. Busque por mais de um local e sempre tente variar para poder comparar os preços e ver qual deles se encaixa melhor no seu orçamento!

Para encontrar alguns tipos de bolsas de estudo disponíveis, acesse https://educationusa.state.gov/find-financial-aid

3. Complete your application

Sabemos que o processo de application é bem holístico e diferenciado do processo para ingresso no estudo superior que acontece aqui no Brasil. Por isso, fique sempre ligado nos prazos e requisitos de cada instituição para as quais você realizará sua aplicação.

Além disso, há uma lista de documentos básicos que são requeridos nesse processo, como cartas de recomendação, personal statements, históricos escolares ou de graduação e diplomas. Tente deixar tudo isso organizado e traduzido (inclusive, o EducationUSA pode te ajudar com isso aqui) para evitar imprevistos.

4. Apply for your student VISA

Agora que você já completou os passos anteriores, pode partir para o processo de retirada do visto – neste caso, o visto é de estudante – F, J ou M -, o visto de turista não tem validade para estudar a longo prazo nos Estados Unidos -. Nesta etapa, o Consulado dos Estados Unidos que te auxiliará.

Você pode esclarecer dúvidas e pedir mais informações através dos sites:

https://travel.state.gov/content/travel/en/us-visas.html

https://studyinthestates.dhs.gov/students

5. Prepare for your departure

E, finalmente, prepare-se para sua viagem! Com seu application pronto, sua carta de aceitação e toda documentação necessária, o último passo dessa caminhada consiste na organização geral para viajar e o EducationUSA pode te ajudar com isso.

Através da nossa Pre-Departure Orientation você vai ter acesso às informações sobre sua viagem, o que esperar desta experiência, auxílio com mudanças, adaptação e cultura local, no geral, uma preparação para sua nova vida neste período no exterior. Contate o centro mais perto de você para saber quando será o próximo evento!

BOA SORTE!

Preparação para exames acadêmicos

Bom, para estudar em uma universidade nos Estados Unidos, há dois tipos de exames necessários: os de proficiência da língua e os acadêmicos. Os de proficiência são o TOEFL e o IELTS, e os acadêmicos são o SAT e ACT. Nós do EducationUSA São Paulo já fizemos um post para você explicando direitinho as diferenças dos exames e como é a estrutura de cada um! Dá uma conferida nesse post através desse link: https://eduusaalumni.wordpress.com/2014/09/11/quais-provas-de-admissao-eu-devo-fazer/.

Mas hoje a gente vai falar um pouco mais sobre a preparação e o dia da prova!

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SAT

O teste

O exame do SAT, que é oferecido pelo College Board, consiste em avaliações de Matemática, Inglês e Redação (obrigatória). E há uma parte extra que pode ser pedida pelas universidades que envolve cinco áreas do conhecimento (SAT Subject Test): Inglês, História, Idiomas, Matemática e Ciências. Cada área tem uma hora de prova com questões de múltipla escolha em nível de ensino médio e com pontuação de 200 a 800 pontos. Você não pode realizar o SAT e o SAT Subject Test no mesmo dia e para o Subject Test você só pode realizar um máximo de três temas diferentes por dia de prova. Além disso, para os exames de matérias específicas, eles podem pedir para você levar material especial para a realização do exame, como por exemplo, CD players.

Você tem toda liberdade de escolher quais testes realizar quando você se registra, mas no dia você pode trocar as matérias, adicionar ou tirar alguma área de conhecimento, mas isso com algumas limitações.

A prova é ofertada algumas vezes no ano, confira as datas para 2018/2019 pelo link: https://collegereadiness.collegeboard.org/sat-subject-tests/register/international-registration/test-dates-deadlines. Fique ligado para se cadastrar e não perder as datas!

Preparação

O SAT tem toda uma plataforma online de apoio ao estudante, bem como esclarecimento de dúvidas, curiosidades sobre a prova, esclarecimento de processos (como enviar as notas para as universidades e várias dicas sobre como tudo funciona. E, para a nossa alegria, eles tem uma área onde o aluno pode estudar e praticar online para o teste! É só acessar https://www.khanacademy.org/sat?utm_source=sat-hp-abt-testv&utm_medium=cb418-link&utm_campaign=practice

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No dia da prova 

O que levar

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  1. Seu Admission Ticket;
  2. Documento original com foto – ID;
  3. Dois lápis No.2 com borracha;
  4. Caso faça o teste de matemática, uma calculadora;
  5. Caso faça o teste de idiomas com listening, um CD player;
  6. Caso você precise de algum medicamento durante o teste, verifique se é possível levá-lo;

Celulares e outros aparelhos eletrônicos de diversos tipos não são permitidos na prova.

A prova

A prova é bem parecida com um vestibular e aqui vão algumas dicas para você se preparar:

  • Tente chegar pelo menos meia hora antes do horário previsto (se seu centro de testes for fechar os portões às 8h, se programe para chegar umas 7h30);
  • Leve snacks e água para consumir nos breaks (são dois breaks de 5 minutos);

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  • Leve um relógio simples para acompanhar o tempo de prova;
  • Leve baterias e equipamentos extras, como calculadoras e CD players para garantir a realização do teste;
  • Não se esqueça do seu ID e Admission Ticket, eles são sua identificação para a prova;
  • Espere para sentar, os assentos são reservados e não de escolha dos participantes;
  • Espere as instruções dadas pelo coordenador e é ele quem vai controlar o tempo do seu teste (Cada Subject Test leva uma hora de realização. Você tem uma hora para realizar esse teste, faça com calma porque acabar antes não faz você ir para casa mais cedo! Você espera até a hora estipulada para poder começar o próximo. Então, sem pressa!);
  • Tome cuidado com os chutes! Caso você não tenha certeza sobre uma questão, pense duas vezes antes de “chutar” porque isso pode prejudicar a sua nota no final.

Agora é só se preparar e garantir o..

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Caso algo dê errado, acesse https://collegereadiness.collegeboard.org/sat-subject-tests/taking-the-test/test-day#changing-tests para instruções de como proceder nestas situações.

ACT

Comparação

A estrutura do ACT muda um pouco com relação ao SAT. No ACT você realiza o teste de todas as áreas do conhecimento em um mesmo dia, entretanto, a redação é opcional e você pode realizá-la em 30 minutos, quando para o SAT são 25 minutos! Além disso, se você for prestar o ACT, fique ligado nos conhecimentos de matemática que eles costumam cobrar, pois são um pouco mais elaborados dos cobrados pelo SAT. Entretanto, quando você chuta uma questão e erra, esse erro não altera sua nota, como no SAT.

Em adicional ao ACT, há uma parte de ciências. Não são cobrados conhecimentos específicos mas, diferentemente do SAT, as ciências são uma maneira que o ACT encontrou de testar a análise de fatos e habilidade de raciocínio do participante (O SAT Subject Test tem uma parte de ciências também, mas é na área específica do teste e que depende da universidade e da escolha do aluno para realizá-la).

Pré-prova

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Bom, focando no ACT! Eles vêm tentando mudar sua estrutura para o modelo online. E dentro de pouco tempo toda a estrutura e realização da prova será através do computador. Para saber mais e se familiarizar com esse modelo, o ACT preparou um “manual” para os alunos de como a prova funciona. Fique ligado e sempre busque a última versão desse manual para se familiarizar com o sistema da prova.

O primeiro passo é o registro online para realizar a prova. Neste mesmo link já aproveita para conferir as datas de realização do exame! Algo muito legal que eles também têm é uma plataforma online para a preparação do aluno antes da prova, onde há alguns testes antigos, dicas e etc para o aluno treinar e ter uma noção da estrutura da prova.

No dia da prova

O que levar

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  1. Seu Admission Ticket
  2. Documento original com foto – ID;
  3. Lápis No.2 com borracha;
  4. Relógio;
  5. Calculadora;

No dia da prova não é permitido levar nenhum tipo de material de consulta ou aparelhos eletrônicos. É permitido levar comida, então não se esqueça do seu snack! Porém você só poderá consumi-lo durante o break (para a realização da prova não é permitido nem água).

Dicas

  • Chegue cedo, assim como para o SAT, recomendável chegar pelo menos meia hora antes dos portões fecharem;
  • Leve um snack;

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  • Não se esqueça do seu relógio para auxiliar no controle do tempo;
  • Traga os documentos solicitados para a realização da prova (Ticket e ID);

Scores

Enfim, depois da realização da prova, chega a hora de conferir a tão esperada nota! E neste link você encontra como fazer isso!

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E caso algo dê errado no seu dia de prova, não se desespere! Dá uma checada no site deles para saber como proceder nestas situações através do link http://www.act.org/content/act/en/products-and-services/the-act/test-day.html

O EducationUSA deseja a todxs uma boa sorte!

 

Uma história de desafios e sucesso

De vez em quando, conhecemos pessoas com histórias que nos inspiram. E às vezes nosso time de orientadores tem a sorte de apoiar  uma dessas pessoas, aprendendo muito no processo.

Há cerca de três anos o Lucas, um aluno cego, nos procurou dizendo que queria estudar nos EUA. A motivação era simples: lá poderia ser um aluno “normal”, morar sozinho, se locomover pelo campus, ter acesso a todos os materiais adaptados que precisaria e a tecnologia assistiva de última geração, e, como muitos dos alunos que sonham em estudar nos EUA, uma educação desafiadora e de excelente qualidade. Isso acontece porque nos EUA as leis de inclusão são bastante abrangentes, e muitas universidades vão além do que é exigido por lei para que esses alunos tenham uma experiência fantástica durante a graduação.


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Nome
: Lucas Gil

Área de estudo: Ciência da Computação

Aceito em: Florida Institute of Technology, Arizona State University, University of North Florida, University of Minnesota – Twin Cities e University of Wisconsin-Milwaukee.

Status: Matriculado como primeiro-anista na University of Minnesota – Twin Cities

Quem acompanha nossa Newsletter já o conheceu na entrevista que foi destaque na edição de maio. Veja abaixo reproduzidos alguns trechos do relato dele, junto com a sua história.


Depois dessa primeira conversa, o Lucas passou a estudar inglês na Alumni e depois de um ano e meio começamos a trabalhar com ele efetivamente no processo de admissão para universidades americanas.

“Para mim, a maior ajuda tem que vir de você mesmo. Eu em nenhum momento tive dúvida do meu sonho de estudar nos Estados Unidos, e nada do que acontecia me desmotivava.
Acho que se você pensa muito, você não vai fazer uma coisa tão grande quanto estudar fora, então eu tive foco e fui atrás do que eu queria.”

Desenvolvemos com ele uma lista preliminar de universidades para as quais aplicaria, e começamos a trabalhar nas suas inscrições para provas, como o SAT e TOEFL, pedidas no processo de admissão. Não demorou muito até percebermos que todos os passos do processo seriam desafiadores: aprendemos que o braile usado nos EUA é diferente do usado no Brasil (possui cerca de 200 contrações que tornam a leitura impossível sem conhecê-las), as provas usam um braile matemático, que o Lucas nunca tinha usado, e muitas vezes as acomodações especiais para as provas  não davam conta exatamente da deficiência. Mas o Lucas se manteve firme, porque tinha um sonho.

Quando a época das candidaturas chegou, tínhamos sessões online semanais com o Lucas para ajudá-lo a preencher os formulários e encontrar informações específicas para cada universidade. Mas o papel de apoiá-lo foi além:  às vezes era de incentivar a continuar, lembrando-o do quanto ele já tinha superado para chegar a este ponto; em outros tínhamos que desafiá-lo a se esforçar mais. Também tivemos muitas conversas assegurando-o (e seus pais) de que ele poderia ser admitido e que então todo o investimento de tempo e esforço valeria a pena.

“Se eu pudesse dar uma dica para quem está começando o processo agora, seria: tenha muito foco, não deixe nada interferir no que você quer e, principalmente, vá sempre atrás dos seus sonhos, por mais difíceis que eles sejam.”

Apoiar o Lucas por todo o processo de candidatura foi um esforço conjunto de todos os orientadores e o pessoal do nosso escritório de orientações, mas quando recebemos a primeira oferta de admissão do Lucas, com direito a bolsa parcial por mérito, tivemos um dos nossos melhores dias como orientadores até então.

O Lucas superou muitos obstáculos e incertezas, e nossa equipe certamente aprendeu e se envolveu muito mais no processo de admissão do que nunca antes. Sabemos que esses foram os primeiros de muitos desafios, mas estamos ansiosos para acompanhar todas as conquistas que virão. Acompanhe o blog para saber mais da experiência do Lucas na University of Minnesotta!

Community Colleges

 

Ainda há muita confusão sobre o que são community colleges, provavelmente porque não temos um equivalente no Brasil.

Algumas pessoas até pensam que community colleges são piores do que as universidades, o que muitas vezes não poderia estar mais distante da realidade. Na verdade, community colleges podem ser uma boa alternativa para quem precisa melhorar suas notas e para se adaptar melhor ao ambiente acadêmico americano.

Community colleges nada mais são do que instituições que oferecem certificados profissionais e Associate Degrees, em cursos com duração de mais ou menos dois anos.

Com o Associate Degree, existe a opção de você transferir seus créditos para uma universidade (4-year institution), completar resto dos créditos do bacharelado e ficar com o diploma  da universidade. Esse procedimento é conhecido como 2 + 2 process.

Existem várias vantagens que levam alunos internacionais e americanos a começar os estudos em um community college.

O custo é um motivo importante, já que os preços tendem a ser muito mais acessíveis do que nas universidades.

processo de admissão para os community colleges também tende a ser mais simples, rápido e menos concorrido do que o processo de admissão das universidades.

Você pode se inscrever com alguns meses de antecedência ao início das aulas e, em geral, você precisa enviar:

  • O histórico do ensino médio traduzido para o inglês;
  • Uma Carta de intenção curta;
  • Uma ou duas cartas de recomendação de professores;
  • Um certificado de proficiência em inglês (TOEFL ou IELTS).

O SAT ou o ACT normalmente não são exigidos. A nota mínima do TOEFL ou do IELTS também tende a ser mais baixa.

Se você não tem proficiência em inglês ou não conseguiu a nota mínima exigida nos testes, muitos community colleges oferecem ainda aulas de inglês no início dos estudos.

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Menos alunos por professor quer dizer mais atenção, o que pode ajudar a melhorar o desempenho acadêmico

Estudar em um community college também pode dar a chance de incrementar o seu histórico e as suas notas. Assim, você pode aumentar as suas chances de transferir para universidades mais competitivas.

Além disso, community colleges são geralmente menores do que as universidades, tanto no que diz respeito ao campus, quanto ao número de alunos nas salas de aula.

Isso pode ser uma oportunidade de interagir mais de perto com professores e colegas, e também de se adaptar de forma mais gradual à vida acadêmica americana.

Ao fazer a transferência, o diploma do aluno que fez a transferência de um community college para uma universidade não tem diferença do diploma obtido por alunos que nunca estudaram em um community college.

Finalmente, ao contrário do que muita gente pensa, community colleges podem oferecer uma educação de altíssima qualidade.

Making Notes from Book
Candidatos que conseguem melhorar seu desempenho em community colleges têm mais chances de conseguir transferência para grandes universidades


Community colleges
 também podem oferecer aos seus alunos uma vida acadêmica muito rica, promovendo no campus eventos culturais, palestras, esportes e com uma grande variedade de clubes estudantis.

ccProcure community colleges que tenham serviços de apoio aos alunos internacionais.

Esses serviços são importantíssimos para o processo de adaptação do aluno aos Estados Unidos e para o planejamento da transferência para uma Universidade.

E aí? Vai considerar se candidatar para um community college ou incluir um na sua lista de universidades? Converse com um orientador!

Undergraduate Studies

Os Undergraduate Programs, como são chamados os cursos em nível de graduação nos EUA, têm um processo de seleção diferente de como é no Brasil.

Os candidatos não prestam uma prova para um vestibular, mas passam por um processo seletivo holístico, ou seja, as universidades avaliam o candidato como um todo.

Por isso, é importante se planejar antecipadamente (mais ou menos um ano) e ficar atento(a) aos prazos e datas.

De uma forma geral, para preparar uma candidatura completa para uma universidade americana, é preciso:
  • Pesquisar e escolher instituições;
  • Fazer um cronograma com prazos e documentos específicos pedidos por cada instituição;
  • Fazer os testes exigidos—SAT ou ACT e TOEFL ou IELTS;
  • Preencher formulários de inscrição e formulários complementares;
  • Escrever as redações;
  • Providenciar documentos como cartas de recomendação, históricos escolares, documentos de comprovação financeira, bem como quaisquer outros documentos específicos pedidos pela instituição;
  • Obter traduções juramentadas ou certificadas de todos os documentos.

Mas atenção! As exigências de documentos e provas podem variar de uma instituição para outra. Por isso, é importante certificar-se dos requisitos específicos de cada uma para as quais pretende-se aplicar.

Agora que você tem um pequeno guia para fazer graduação nos EUA, aproveite nossos outros serviços disponíveis para te ajudar:
  1. Você pode assistira uma palestra com um de nossos orientadores, para ter um panorama do processo de candidatura;
  2. Ou você pode agendar uma orientação individual, para aprofundar as suas dúvidas mais específicas, estruturar seus próximos passos e obter um apoio mais personalizado para o seu processo.

Como estudar no exterior me mudou?

5 Things That Happened to Me When I Studied Abroad 

Por Lucy Jones – Rising Senior at University of Notre Dame

Going abroad can be one of the most exciting times of your life. I was bitten by the travel bug on my first trip abroad when I was 16. Fascinated by Spanish food, language, and culture, I ended my summer in Oviedo, Spain thirsty for more. Since then, I’ve traveled or studied in more than 20 countries around the world! While every experience was lucydifferent in their own way, I´ve found that there seems to be a common denominator among the life lessons that I’ve learned during my travels. Writing from São Paulo, Brazil, I’m here to share with you 5 things that you might not expect to happen when studying or traveling abroad.

  1. You become a better listener. 

Being abroad, especially in a country that doesn’t speak your language, is tough. You have to relearn how to perform your everyday functions and it puts these mundane activities in a new light. How do I ask where the grocery store is? Where is the bathroom? If you don’t speak the language of the country, these tasks are exciting but also challenging. Many times you have to rely on careful observation and listening skills to survive. I´m not talking about simply listening to what another person says to you. This is something we all do back in our home countries and is nothing new. I´m talking about active listening, when you have to fully concentrate and focus on the informationpexels-photo-211050 that is being communicated. This is something I often take for granted back in the US because understanding others comes as second nature. Abroad, however, is a different story because you are almost fully dependent on your listening skills and other people. Communication is a privilege given to us. When this privilege is taken away, you’re forced to rely on other survival tactics. You learn how to understand and communicate with people through gestures or by interpreting body language or tone of voice. You practice having conversations with the purpose of listening to others, instead of responding to them. Even though you lose your voice abroad, you gain a new set of ears and develop an enlightened understanding of what it means to communicate. Listening more and talking less is always something I strive for back at home but sometimes I fail to actually do it. The beauty of being abroad is that you don’t have the choice.

  1. You build resilience.

It’s no secret that travelling abroad can be as difficult as it is refreshing. You have culture shock, you are frustrated with the language, you don´t recognize a single face, you feel alone, the list goes on. Especially if the trip is longer than a few months, these challenges can become overwhelmingly intense. However, something that I’ve learned from culture shock and all of the life changes that come with international travel is that, in this mountains-nature-sky-sunnydiscomfort, you build resilience. You learn how to survive when you take yourself out of your comfort zone. Are you going to give up and go home? Are you going to welcome the temporary depression and succumb to your loneliness? Sheryl Sandberg taught me that resilience is a muscle that we need to practice using. In a place that is foreign to you, this muscle is used more than you would think. Behind the sight seeing tours and the joy of trying a new cuisine, you often have to configure and then reconfigure again your new life. It´s in the process of finding a new routine, a new normal, in a foreign country where you build resilience. Some travel experiences are easier than others but at the end of the day, it’s how you deal with the life changes that make you a stronger, and more whole human being.

  1. You find a new appreciation for where you came from.

While you’re busy navigating through new terrains, you often find a new appreciation for your home. For example, my home town is known for their red brick roads. Growing up, these bumpy streets always annoyed me because it was never a smooth car ride as you drove around town. But after walking through the streets of my neighborhood in São Paulo, I found myself longing for my rusty red brick roads back home. I was growing comforttired of the uneven concrete in my new environment and found a new appreciation for something that used to, quite frankly, irritate me. I miss the slow-going nature of my small, Midwest town and regular Sunday brunches with my family after going to church. Two things that I never paid much attention to at home became sources of comfort when abroad. The power of looking at the world through a new lens comes from the effect it has on your ability to see world from which you came.

  1. You learn about who you are. 

This one may not come as a surprise, but there is a depth to the statement that I´d like to explore. Before embarking on my journeys around the world, many people warned me about this specific travel effect. The “finding yourself” narrative seems to be everywhere these days, especially when it comes to travel (I´m looking at you, Eat, Pray, Love). There is a sense of romanticism that comes from finding something when you are lost. While I reflectionam a hesitant, but firm believer in this platitude, I believe that the personal growth that comes from travel looks a bit different than the picture painted above. Sure, you discover certain character traits about yourself when inserted into a different environment. But more importantly, you find who you are in situations that have nothing to do with change of location, but that often stem from change of location. What I mean is that you learn who you are in certain conditions. Who are you in change? Do you shut down? Do you thrive? Does it scare you? Or, another example, is loneliness, which is common among solo travelers. Who are you in the face of loneliness? Who are you when it’s just you? Travel evokes a lot of self-reflection but it has been these questions that always fascinate me the most. Some travel to learn about other places, but I travel to learn about me.

  1. You learn about the person you want to be. 

With a new country comes a new culture, new habits and customs, and a fresh perspective. Being abroad in São Paulo for 5 months, I’ve learned that Brazilians are warm, but sometimes self-interested when there are no stakes involved, and are generally easy going. For example, Brazilians will hug and kiss you when they meet someone new. In long lines of traffic, Brazilians have no problem cutting people off in order to avoid the wait. They often show up late to events with friends or family and there aren’t any social repercussions. I, however, know myself well enough to know that I am none of these things. I´m not a big fan of touching strangers, I would rather wait 5 hours in traffic than inconvenience someone else, and I´m a stickler about punctuality. But the beauty of being abroad is that you’re given an opportunity to change. What partsold person of your new world are you going to bring back with you home? What parts of you and your home culture are you going to stick with? After being abroad in Brazil for half a year, I am going to come home (or at least try) as a changed human being. While I am deciding to keep my preference for punctuality, I am going to incorporate Brazilian culture into my life and try to be more relaxed when it comes to things going my way. Traveling abroad provides you with these incredible, but challenging experiences so that you, one day, can become a fully formed human being. I´m not certain I’ll ever achieve this, but I will buy plane ticket after plane ticket to find out.

So there you have it. Five important things that have impacted my life during my travels abroad. For me, travel is unproductive unless it sparks insight about yourself or the world around you. There is so much more that travel can teach me and I´m both excited and a little afraid to see what I find next. Whether it’s in Budapest or Santiago, I know it will be worth it.  

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5 Dicas para Class 2021

Neste semestre no escritório EducationUSA em São Paulo nós tivemos a alegria de receber a ajuda de uma aluna da Universidade de Notre Dame que estava no Brasil cursando por um semestre na PUC-São Paulo.

Aproveitando esta oportunidade, pedimos para que ela nos contasse um pouco da experiência aqui no Brasil e das diferenças entre estudar em uma universidade nos EUA, e no BR.

Lucy Jones – Rising Senior at University of Notre DameND
Major: Spanish
Minors: Public Service, Portuguese and Brazilian Studies

Before coming to São Paulo, Brazil to study for 6 months, I had no idea what to expect. I had taken a few classes about Brazilian culture before at Notre Dame but I knew little to nothing about the Brazilian educational system. What should I bring? Where do I buy books? Will I understand my lectures that are taught completely in Portuguese? How is the grading system? Questions like these circulated in my mind for months and months before I left the US.

Deciding to silence my fears and take a leap anyways, I packed my bags with what I thought I needed to survive a 6 month study abroad program and hopped onto my plane to São Paulo. As of today, it has officially been 5 months since arriving in Brazil. I have one month left at PUC to take my final exams and say goodbye to my new Brazilian friends. Before I leave for what is, I hope, not a long time, let me explain what I have learned from studying for 6 months in a foreign country. More specifically, let me tell you what it’s like to spend half a year in the Brazilian classroom.

  1. Organização

The first difference that I think separates US university classroom etiquette and Brazilian academic culture is the importance of the syllabus. In the US, the syllabus you receive on the first day of class will be your LIFELINE for the rest of the semester. It has all of your assignments, the due dates, the required materials, and all of the rules of the class. Of course, the syllabus is subject to change by the professor, but for the most part this packet of information will have everything you need to know to succeed in the class.

The syllabus is so important that most schools have an entire week dedicated to it, also unofficially known as “sylly week,” in order to make sure the students fully understand the expectations of the semester.

FullSizeRenderI had the same expectations going into my first week at PUC. I thought that the first week of class my new professors would give us our syllabus and I would be set for the semester. However, my first week at PUC did not go as I had planned in my mind.  In some of my courses, I didn’t even receive a syllabus until the third week of class and when I did, some of them only had a very brief description of the course and a few suggested readings. Did we have papers? Was there homework? How will I know when something is due?

My organized, American student brain needed a plan and clearly defined standards. When I expressed this concern to my professors, most of them told me to relax and that everything would be fine. The only choice I had was to trust them and go with the flow.

Speaking of going with the flow, I present to you the next major difference between the two educational systems.

      2. Pontualidade

Punctuality. This is a huge difference between the two classroom cultures. In the US, you can usually find me full-on sprinting across campus to get to my classes on time. To me, and to most students, it is a big deal when you show up to class 10 minutes late. To be honest, I feel “late” to class if I don´t arrive 5 minutes early or at least exactly on time.punctuality

Here in Brazil, this is a completely different story. My first few weeks of class in Brazil I arrived exactly when my class list said the classes were to start. I knew that Brazilians, as a culture, tend to be more relaxed when it comes to time, so I definitely did not want to arrive early. But I would’ve never imagined that it was normal, depending on the professor, to arrive to class 30 minutes late.

For my first class, when no one showed up after 20 minutes, I went home and assumed that class had been cancelled. Turns out, class was indeed not cancelled and the students and professor were just late. I learned that not only is this culturally acceptable, but sometimes expected. In the US, we have an unspoken rule that if the professor doesn’t arrive within 10 minutes of the scheduled start time, it is justified for the students to leave the class.

    3. Postura

The third difference I noticed comes from the atmosphere in the classroom. In the US, students are expected to pay attention, stay off of their phones, take notes, and postura na salaparticipate in the lecture if asked. In some of my first classes at PUC, students would talk over the professor in their side, private conversations with friends, talk without raising their hands, and often leave class for long periods of time. These differences called my attention because of our significantly more strict system in the US. Even in my fifth month at PUC, I’m still learning to be more relaxed when it comes to in-class culture.

    4. Exames

In the US, there is an overwhelming amount of required, daily readings, papers, and exams, where the professor is continuously assessing the student. Because of this, the homework 2overall grade consists of many different components. What I encountered at PUC was bit different. My classes at PUC are strictly lectures with an occasional paper. Readings are suggested each week but there generally is no penalty for not doing the work. At the end of the semester, there is a final exam that determines the majority of the grade for the course.

Coming from a system where I can almost, at any time during the semester, predict what my final grade will be, this change has been very difficult. Fingers crossed that I will do okay when I take the final, grade-determining, exam!

    5. Competição

The fifth and final major difference I see in the two cultures comes down to the students. In my university, people are friendly but ultimately driven by GPA and class rank. If you don’t understand something in the courses you’re taking, other students will help you but the atmosphere is still very cut-throat.

In Brazil, I´m finding that students are more willing to help you succeed in the class. studentsThey aren’t worried about how your success affects theirs because they don’t have GPA looming over their heads and statistics regarding class rank are not released to the public. Students are willing to share their papers or homework with you to help you also do well in the class. It is more of a joint effort when it comes to passing the class.

From my experience in Brazil, the students and professors are relaxed and flexible.

So, here it is. The 5 biggest differences I’ve experienced studying in Brazil for 5 months. While it is a different system that takes some getting used to, I’ve learned to adapt and appreciate it for what it is.

There are so many aspects of Brazilian culture that I really enjoy and will miss. At the end of the day, studying abroad in another country has opened my eyes far wider than I ever thought they could be and has given me so many life-changing insights about both the US and Brazil. Looking at the world through a different lens is always a valuable experience and I am so thankful to have the opportunity to do so in Brazil.

As diferenças são inúmeras e como disse a Lucy, a maior quantidade de informação que você puder adquirir será sempre melhor. Para você que já foi aprovado e esta se preparando para ir estudar em uma universidade americana, venha receber mais dicas e informações.