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Graduação nos EUA

Globalizando sua educação – Conheça a opção itinerante de graduação

Já imaginou fazer a sua graduação passando por sete cidades ao redor do mundo, como São Francisco, Berlim e Buenos Aires, com um currículo inovador e aulas em formato de seminário?

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Os tempos em que vivemos levaram diversas instituições a repensar e remodelar a maneira como vemos a educação. A Minerva, por exemplo, é uma nova instituição americana que propõe formar líderes globais e inovadores, por meio de imersão global e com foco no desenvolvimento das competências do século XXI.

Conheça a experiência de duas alunas, as brasileiras estão em diferentes estágios da graduação na Minerva.

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GIOVANNA CHAVES – Class of 2020
(atualmente cursa o primeiro ano em São Francisco)

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Como foi o processo de escolher a Minerva?

Quando eu descobri a Minerva, a primeira coisa que me chamou atenção foi a questão do campus itinerante. Eu nunca consegui me imaginar em um só lugar e sempre me vi rodando o mundo, só não sabia muito bem como nem quando. Descobri por um grupo no Facebook que uma brasileira havia sido aceita e comecei a pesquisar mais sobre a universidade. Decidi aplicar, mesmo não tendo muita noção do que a Minerva era de verdade. Quando fui aceita, visitei a universidade em São Francisco e foi aí que decidi escolher Minerva. Me encantei pela comunidade e por como os alunos têm voz aqui dentro.

Quais são as vantagens no formato diferenciado da universidade?

O formato da Minerva tem várias vantagens. O ensino ativo através da plataforma, por exemplo, foi o que mais me surpreendeu. Mesmo depois de ter sido aceita, eu tinha uma visão errada de como eram as aulas na Minerva, e tinha um certo preconceito com “aulas online”. A plataforma, no entanto, é sensacional. As aulas não são MOOCs, como alguns devem pensar. Elas são pequenas, no máximo 20 alunos, e totalmente à base de discussões. O estilo das aulas faz com que você esteja sempre prestando atenção, porque o professor pode te chamar a qualquer momento para responder ao comentário de alguém, e com que a sua opinião seja relevante para a aula. Claro, isso requer muito estudo antes da aula, mas vejo isso como outra vantagem: os alunos chegam preparados e as discussões são mais elaboradas. Outro receio que eu tinha era em relação aos professores. Eu sempre gostei de manter uma boa relação com meus professores e me sentia à vontade para tirar dúvidas, e tive medo de perder isso na Minerva. Porém, o formato das aulas só melhorou a interação com os professores. Cada professor te conhece bem, porque as aulas são pequenas, e estão sempre disponíveis para ajudar, tanto durante office hours quanto por e-mail. No final do semestre passado, por exemplo, eu pedi ajuda no meu final project para uma professora que trabalhava numa área parecida, mas que nem tinha sido minha professora. Ela foi super prestativa, tirou todas as minhas dúvidas e até me ajudou a organizar o trabalho na véspera. Fiz 6 meses de faculdade no Brasil, e posso dizer que a minha relação com os professores aqui na Minerva é muito melhor.

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Quais das suas qualidades fizeram você perceber que Minerva teria o formato ideal para você?

Sempre fui uma aluna meio chata, já tive professores que reclamavam porque eu “fazia perguntas demais” e queria saber coisas que não eram necessárias para as provas. Quando eu encontrei a Minerva, eu percebi que era o tipo de universidade que valorizava curiosidade e sede por conhecimento. Aqui dentro somos encorajados a questionar, discordar e criticar, até mesmo a própria universidade, desde que tudo seja bem fundamentado. Além disso, a Minerva procura alunos que tenham a mente aberta. Meu pai é militar, e passei minha vida toda me mudando, o que me levou a conhecer diferentes culturas e não me prender a preconceitos. Isso é essencial na Minerva, até porque passamos por 7 cidades completamente distintas. A rotação global foi o que me atraiu de início justamente por incluir cidades não apenas europeias ou americanas, mas também Taipei, Seoul e Hyderabad, cidades que irão me desafiar a mudar meu ponto de vista e sair da minha zona de conforto.

Este formato trouxe alguma diferença no processo de candidatura?

O formato da Minerva é diferente até no processo de candidatura, que foi o único que não me deixou estressada e nervosa. No processo da Minerva, por exemplo, eu tive mais liberdade (e caracteres) para falar sobre as atividades extracurriculares que eu fiz e o impacto que elas tiveram não só nos outros, mas em mim. Foi o único processo em que eu realmente senti que estava sendo eu mesma, não quem eu achava que os admission officers queriam que eu fosse, porque eles fazem questão de te analisar através de diferentes áreas.

Que dicas você daria para um aluno (a) que esta aplicando?

Seja você mesmo. É bem clichê, mas no caso da Minerva eu acho bem verdade. O application vai te analisar por inteiro, então não se preocupe se os seus accomplishments não são “grandiosos”. Foque em explicar por que aquilo foi importante para você, de que maneira isso te afetou, o que isso mudou na sua vida. Se faz sentido para você, faz sentido para a Minerva.

LUSANA ORNELAS – Class of 2019 (atualmente cursa o segundo ano em Buenos Aires)

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Como foi o processo de escolher Minerva? 

Eu tinha sido aceita em várias universidades brasileiras antes. Por isso, a princípio, tentei fazer minha graduação no Brasil. Mas pra ser sincera, eu estava muito infeliz com o ensino por lá. Muitas coisas me deixaram desanimada com o sistema tradicional brasileiro. Por isso, decidi deixar minha universidade e buscar uma alternativa. A Minerva prometia uma experiência revolucionária, resolvendo exatamente os problemas que tive em uma universidade pública no Brasil. Por isso, decidi aplicar. E felizmente, deu certo!

Quais são as vantagens no formato diferenciado da universidade?

São muitas! Mas pra começar, todos os alunos na Minerva são únicos. Não somos tratados como mais um número, em um mar de estudantes. Aqui, eu sou reconhecida e valorizada como pessoa, e todas as minhas características que me fazem especial.

O corpo estudantil da Minerva também é único. É o corpo estudantil universitário mais diverso do mundo. E além de morarmos juntos, também viajamos pelo mundo. Esse formato me encoraja a ser mais mente aberta, e mais compreensiva quando se trata de diferenças culturais. Aqui, aprendo algo novo todos os dias.

Na Minerva, também temos uma relação muito próxima dos nossos professores. Diferentemente do Brasil, aqui, todos os professores conhecem todos seus alunos por nome, e sabem como cada um deles está indo em sala de aula. Eles oferecerem horários de monitoria com frequência, em que os alunos podem tirar dúvidas ou simplesmente conversar. Na Minerva, meus professores são meus mentores e amigos. Além disso, cada aluno tem um conselheiro; alguém que sabe dos seus interesses e objetivos futuros. Conselheiros nos ajudam a decidir nossas aulas, como melhorar nosso desempenho, dentre outras coisas. Recebemos uma quantidade enorme de apoio individual.

Pelo formato das aulas, sempre sou encorajada a contribuir para as discussões em sala de aula, e não simplesmente ouvir de forma passiva. Assim, aprendo muito mais, pois participo ativamente. E o mais importante: os estudos na Minerva são focados em técnicas de solução de problemas. Tudo que aprendemos aqui é prático, e aplicável pra situações da vida real. Vejo claramente como o ensino da Minerva é útil para minha vida profissional, e isso me deixa mais motivada.

Todos esses fatores fazem a Minerva um lugar único.foto-minerva

Quais das suas qualidades fizeram você perceber que Minerva teria o formato ideal para você?

Sempre gostei de fazer atividades que iam além do simples currículo da minha escola. Eu participava de muitos clubes, como banda, teatro, trabalho voluntário. Eu não me contentava com o básico, pois sempre sentia que podia ir além. A Minerva encoraja seus alunos a irem além do básico, usar a educação que recebem pra mudar o mundo, pensar grande. Por tudo isso, achei que seria a universidade ideal pra mim, onde eu poderia usar minha curiosidade e potencial de uma forma útil.

Além disso, sou conhecida entre meus amigos e família por ter uma personalidade forte, de liderança, e ser muito questionadora. Não aceitava regras sociais ou regulamentos sem questionar o porquê. Sempre que possível, gostava de discutir tópicos tabu e tinha uma presença forte. Sempre fazia muitas perguntas. Gostava de fazer coisas de uma forma diferente.

Normalmente, essas características não são vistas como qualidades. Por diversas vezes, tentaram me calar ou me dizer que eu deveria ser menos questionadora, ou mais quieta. Sentia que estavam tentando calar minha personalidade, e me colocar dentro de uma caixinha. A Minerva é diferente. É uma organização ousada. Eles fazem exatamente o contrário. Eles gostam de questionar o sistema educacional atual, e fazer uma revolução propondo um sistema completamente diferente, e ainda mais eficiente. “Não Convencional” é um dos princípios da universidade. Aqui, essas características são vistas como qualidade. Por isso, achei que seria o lugar ideal.

Este formato trouxe alguma diferença no processo de candidatura?

O processo de application da Minerva é completamente diferente de outras universidades. Essa é outra coisa na qual a Minerva está tentando revolucionar, e ser original. O processo seletivo é de graça, o que faz ele mais acessível para estudantes de todas as classes sociais. E foi elaborado pra ser feito da forma mais objetiva possível, e logo, mais justo.

Que dicas você daria para um aluno (a) que esta aplicando?

Busque entender o máximo possível da Minerva antes de aplicar. Eu sei que essa soa como a universidade perfeita dos sonhos, e muitos alunos estão interessados somente na parte da rotação global. Mas tem muito mais que podemos oferecer! Existem diversas características que fazem a Minerva única. Pode ser que você se identifique com algumas delas, e com outras, não tanto. Infelizmente, a Minerva também não é pra qualquer um. Por isso, faça uma decisão sábia. Se depois de entender tudo sobre a Minerva, você ainda acha que esse seria o lugar perfeito pra você, vá em frente! Aplique.

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Se a história destas duas jovens te inspirou, você ainda tem a chance de se candidatar!
As inscrições do Regular Decision II ainda estão abertas até o dia 15/03/2017.

Para Mais informações: https://www.minerva.kgi.edu/

Os Segredos de um Bom College List

Simplesmente criar uma lista com dezenas de universidades não significa que o processo será mais fácil. Uma lista bem pensada pode levar a um processo menos estressante e aumentar suas chances de sucesso.

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As perguntas que pairam sobre este momento de decisão são:

Para quantas universidades aplicar? Mas minha lista não pode ter só Ivy League? Dá tempo de aplicar para 20 faculdades?

Resposta certa não existe; o que temos para você é um conjunto de dicas para levar em consideração ao montar sua lista.

Uma lista bem pensada deve incluir um conjunto de instituições nas quais você estaria feliz estudando, não importa para qual delas você seja aceito. Esta organização da lista ajuda o aluno a estar no controle.

  • Para pensar. Cada envio de application vai custar no mínimo $40 dolares.

O segredo desta lista está no que chamamos de PERFECT FIT. Escolas que, de modo geral, são perfeitas para você. Escolas que oferecem cursos que lhe interessam, onde a exigência de notas do Ensino Médio é condizente com seu desempenho escolar, que peçam notas de SAT/ACT e TOEFL próximas da que você atingiu, instituições que oferecem a oportunidade de receber a ajuda financeira de que você precisa.  

Dream School

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Instituições que, em anos anteriores, tenham aceitado alunos com notas superiores às suas. Estas instituições não são impossíveis de entrar, porém são muito seletivas.

Reach Schools 

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Instituições onde a parte acadêmica da sua application esteja dentro do esperado. Não existe garantia de entrada, porém eles não pedem mais do que você tem a oferecer.

Safety Schools 

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O nome fala por si só. Instituições onde você esta acima da média. Essas instituições, mesmo com maior índice de aceitação, devem ser universidades aonde você amaria ir.

Sugerimos que você escolha instituições onde você seria feliz, e que lhe ofereçam exatamente o que você está procurando.

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Preparamos uma lista de perguntas para ajudá-lo a montar a sua lista Final:

-Interesse

Quais são seus interesses?

O que você gosta de fazer por lazer?

Qual é seu estilo de aprendizado?

-Objetivos

O que você se vê fazendo no futuro?

-Ajuda Financeira

Quanto você/sua família poderá investir na sua educação nos EUA? Lembre-se que além da tuition e taxas, você e sua família devem planejar-se para gastos com livros, moradia, alimentação, etc.

Você precisa de bolsa de estudos?

-Clima

Você se importa com temperaturas muito altas ou muito baixas?

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Gente como a Gente II

Na semana passada, começamos a contar a história da Gabriela, a partir do momento do “sim”.

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Agora, conforme prometido, trazemos a vocês o final feliz:

Tudo sobre como a Gabi escolheu a universidade certa

Eu acho importante, numa situação de indecisão, adotar três modos de funcionamento: pesquisar, ouvir e sentir. Não é incomum ter uma “gut reaction” (um instinto) que faz com que você penda pra uma universidade mais do que para outra (ou para outras) assim que você recebe os resultados. Às vezes isso é resultado de um foco seu em alguma das universidades; você botou na sua cabeça há uma semana ou um mês ou um ano que aquela era a sua dream school e portanto seria estúpido não escolher aquela, já que ela tem “tudo a ver” com você. Em outros casos, o que causa essa gut reaction não é a sua identificação com a ideia que você tem daquela instituição, mas a fama dela. Você sabe que ela é reconhecida e portanto sente que é sua obrigação escolhê-la, já que “todo mundo” sabe que aquela é “a melhor”. Em outras palavras, você se sente na obrigação de escolher aquela, como se preteri-la em face de outra fosse irresponsável, como se fosse estúpido. Qualquer que seja o motivo da sua gut reaction, acho importante que você a leve em conta, mas tentando buscar as origens dessa reação (por que eu sinto que deveria ir para ela? (ou) o que nessa universidade me leva a pensar que ela combina mais comigo? (ou) por que tanta gente acha que essa é a melhor universidade?) e ponderá-las. Se em muitos casos a gut reaction indica uma vontade de ir para certa universidade, ou uma preferência por uma universidade, em outras ela indica apenas um senso de obrigação, ou um apego a uma projeção sua do que aquela universidade representa.


Eu aconselho que você não descarte a
gut reaction, mas que tampouco descarte as universidades que o seu “eu impulsivo” deslocou para o segundo plano. Eu tive uma gut reaction quando recebi meus resultados, mas tentei mesmo assim ser aberta para uma possível virada de jogo no meu processo de decisão. Se por um lado isso tornou minha escolha muito mais difícil, mais cansativa, e menos óbvia, por outro isso fez com que eu ficasse muito mais confiante na minha escolha, porque, tired studentapesar da hesitação (que antes era ausente) eu sabia que tinha exaurido todas as possibilidades e levado em conta todos os fatores. Foi uma well-informed decision. A primeira coisa que fiz para balancear minha reação emocional foi pesquisar mais sobre ambas as universidades, para testar se minha reação racional seria compatível com a emocional. Procurei me informar sobre diferenças e semelhanças acadêmicas e sociais de cada, e busquei estatísticas sobre os alunos e ex-alunos das universidades. Assim, minha reação racional em parte confirmava minha reação emocional, mas em parte a desafiava. A pesquisa fez com que eu quebrasse alguns estereótipos que eu tinha das universidades e portanto introduziu o elemento da dúvida na minha decisão, e essa dúvida era presente o suficiente para que eu respondesse “não sei, não tenho certeza…” quando me perguntavam se eu sabia para qual das duas iria.

Entrei então numa segunda fase. Eu já sabia tudo o que precisava saber sobre cada universidade, os pontos fortes e fracos de cada, o que eu aproveitaria melhor em uma do que na outra, o que parecia “faltar” em uma ou na outra. Era hora de largar a internet com o collegeboard, as páginas das universidades e a wikipedia e partir para as pessoas reais. Entrei em contato com alunos e ex-alunos de ambas, e com pessoas que as conheciam melhor que eu. Perguntei muito e ouvi muito de volta e o elemento humano foi um fator essencial para a minha escolha. Foi necessário me afastar de fatos, que já não me ajudavam em muito, e me aproximar de opiniões (claro, colocando essas opiniões em contexto e dando a cada uma delas o peso que cada uma deveria ter). Há muito que você ouve das pessoas que não vai encontrar em panfleto nenhum, e a conversa é o único canal por meio do qual você consegue distinguir imagem de realidade, ou em outras palavras, quais ideias que você tem da universidade são compatíveis com o que ela de fato é e quais ideias não são justificáveis – afinal, em certa medida os estereótipos sobre as universidades costumam sim ter um fundo de realidade (“campus vibe”), o ponto é que nem sempre aqueles estereótipos são proporcionais a esse  fundo. Eu havia por exemplo escutado que em Penn as pessoas eram mais career-oriented e que se focavam muito na área de business; descobri mais tarde que era possível ter uma boa experiência em Penn e se identificar com a universidade se você escapasse a esse perfil, mas que de fato esses dois traços eram bastante presentes e facilmente identificáveis na universidade, se comparada a outras.

Finalmente, depois de muito ler e muito ouvir, migrei para o terceiro estágio do meu processo de decisão: sentir, mas um sentir agora contextualizado. De certo modo, o que fiz foi tentar reconhecer em mim uma gut reaction pós-pesquisa e pós-diálogo, ou seja, perceber como eu me sentia agora que eu não só sentia, mas também sabia. No meu caso, tudo o que eu descobri via pesquisa e via escuta acabou, no todo, mais por confirmar minhas primeiras impressões do que por refutá-las.  Eu pendia para a mesma universidade, em certa medida pelos motivos iniciais, em certa medida por outros motivos.

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Escolhi Brown depois de pensar duas, três, quatro vezes, e ainda repensei muito minha decisão depois de selecionar a opção “aceitar”. Se no começo eu me perguntava superficialmente se aquela teria de fato sido a melhor opção possível para mim, eu nunca cheguei a duvidar do fato de que eu estava feliz com a minha decisão – eu confiei na “eu” que havia decidido por Brown. Eu nunca vou saber se Brown foi “a melhor decisão possível” para mim porque eu nunca terei a chance de testar Penn, mas o ponto é que eu não sinto necessidade nem vontade de fazê-lo e, se dada a chance de escolher novamente, eu escolheria Brown, Brown e Brown de novo. Depois dos perrengues de adaptação a uma nova cultura (nacional, linguística e universitária), eu percebo que, fora do Brasil, aqui em Brown, eu amadureci e estou amadurecendo, aprendi e estou aprendendo, conheci e estou conhecendo gente que aguça minha curiosidade e induz meu senso de questionamento. Sobretudo, mudei e estou mudando e percebi que há partes de mim que persistem, partes que são transientes e partes que ainda nem descobri, e isso é, para mim, o suficiente para me dar a certeza de que a escolha que eu fiz foi uma boa escolha, e uma prova de que vale a pena se dar ao trabalho de me perguntar, minuciosa e cuidadosamente, o que precisamente eu quero para mim.

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Gente como a gente

O começo é difícil, e é difícil pra todo mundo. É normal estar se sentindo confuso, perdido e assustado. Mas se for esse o seu caso (e sabemos que provavelmente é)…

DON’T PANIC!

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A Gabriela compartilhou com a gente a história inspiradora de como ela superou os percalços do application process, e da delícia de perceber que todo esse desespero vale super a pena. Não acredita? Veja por si mesmo:

Tudo sobre como a Gabi decidiu estudar no exterior

Uma vez que você decide que quer estudar fora e passa a se preocupar com o processo de application, a noção real da experiência que você vai ter, caso atinja seu objetivo, começa a ficar cada vez mais embaçada. É curioso, quanto mais você se acostuma àquele vocabulário que quem está se preparando pra estudar fora aprende, de “SAT practice tests”, “personal statements”, “common app”, “dream–reach–safety schools”, menos você se preocupa com o que de fato vai acontecer depois de você receber o e-mail com o tão almejado “Congratulations!”.

Naturalmente, se você já está fundo no processo de application, é porque já se convenceu de que o tempo gasto com as (aparentemente intermináveis) fases da application não é tempo gasto, mas investido num futuro que você quer que seja seu, então uma vez completa a lista das instituições para as quais você planeja aplicar, não há por que caraminholar sobre esse futuro que ainda nem chegou.

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Mas depois do “Congratulations!” isso muda. O interminável processo de application não só terminou há meses, como culminou precisamente naquilo que você queria, no seu objetivo. E agora? E agora, que o futuro hipotético deixa de ser um sonho ou possibilidade e vira uma certeza? E depois, quando esse futuro certo passa para o presente e você se encontra sozinho no primeiro dia de orientation num país que não é o seu, com pessoas que não são “as suas”, se perguntando se você realmente pertence àquele lugar?

Eu estou me referindo aqui a dois momentos diferentes: o de decidir para que instituição você vai, e o de lidar com a decisão (as decisões, todas elas) que você tomou. Ambos os momentos pressupõem uma espécie de retorno aos primeiros passos do processo de application; respectivamente, à delineação da lista de colleges e universities que seriam um bom “fit” pra você, e à tão básica pesagem entre os prós e os contras de estudar fora, cujo resultado foi afinal o que lhe conduziu para a odisseia de essays e testes e recommendation letters e etc etc etc que, graças a Deus, já ficou pra trás.

Como para cada um esses dois momentos são íntimos e diferentes, vou contar um pouco de como eles foram para mim. É bem possível que vocês não tenham as mesmas dúvidas e não se encontrem em situações parecidas com as minhas. Ao contrário, se vocês se reconhecerem na minha narrativa, espero que o que eu vou contar lhes seja útil, ou que pelo menos tire um pouco do stress que o peso das decisões e transições bruscas costumam colocar sobre nós.

Depois de aceita por algumas instituições, rejeitada por outras e waitlisted por mais outras, eu estava em dúvida entre a Brown University e a University of Pennsylvania. Já havia feito toda a pesquisa necessária e até visitado as universidades. A mim, pareceu que, no fim das contas, ambas as universidades eram fortes na área de arts & humanities, que era aquela que mais me interessava, e tentar definir qual era a “melhor” era buscar pelo em ovo, ou no mínimo uma atividade subjetiva demais para ser quantificável.

Ficou ansioso pelo fim de história? Na semana que vem, a Gabi conta mais sobre como ela escolheu a universidade certa (e como ela percebeu que aquela era a certa).

7 Razões para participar de um Summer Program nos EUA

Fazer inglês parece impossível e distante e o verão também?

Temos uma solução fácil para ambos!
Veja 7 boas razões pelas quais ingressar em um curso de verão nos EUA.
As já datas estão próximas e está na hora de ver suas opções e acrescentar mais esta experiência na sua vida.

Veja o que você terá pela frente neste “Verão”:


1. Deixe o Frio Para Trás

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Passou calor em 2015? Este ano promete o oposto; é a vez de a La Niña bagunçar nossa meteorologia, e ela vem gelada. Mas ainda dá tempo de fugir dela: com estações inversas às nossas os Estados Unidos são um refúgio quentinho para esperar passar o inverno brasileiro. De quebra, você ainda mantém o bronzeado que conquistou no verão aqui.


 2. É Rapidinho!

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Queria fazer intercâmbio, mas ficou com medo de passar tanto tempo longe de casa? Problem solved! Os cursos de verão têm sua duração entre três e oito semanas; mal vai dar tempo de sentir saudades da terrinha.


3. Volte com currículo incrementado…

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Em pouquíssimo tempo, você acrescentará um gostinho dos Estados Unidos na sua vida e no seu currículo. A experiência em um ambiente multicultural tem valor imenso no mercado de trabalho, e o intercâmbio é uma maneira imbatível de adquiri-la.


4. … E o inglês também!

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O curso de inglês tradicional ainda é a principal maneira de aprender o idioma, isso não se discute. Mas falar inglês com nativos, dentro e fora da sala de aula, 24 horas por dia e 7 dias por semana? Não só você vai acelerar o seu aprendizado, como ainda vai se divertir muito mais no processo.


5. Mantenha o ritmo dos estudos.

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Você foi firme na sua rotina o ano inteiro, desenvolveu um ritmo de trabalho e organizou seu tempo da forma mais eficiente possível. E agora é julho, e em duas semanas, todo esse empenho escorre pelo ralo? Fazer um curso de férias é uma maneira divertida de manter sua disciplina e colher os resultados dela em um período curto.


6. É econômico.

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O intercâmbio não é exatamente barato, e nós sabemos. Está com medo de investir muito e não gostar? Os cursos de verão, por serem muito mais curtos, têm custos menores do que outros cursos, e o investimento de tempo também é  menor.


7. O pior que pode acontecer é você amar!

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Terminou o curso, amou tudo e quer voltar? Neste caso, há uma infinidade de opções para você voltar aos Estados Unidos por períodos mais extensos, e a gente vai estar aqui para ajudar!


Caso nossa lista não tenha lhe convencido, venha tirar suas dúvidas no nosso escritório.

O EducationUSA resolveu facilitar esta pesquisa e criou um Summer Program para adolescentes (entre 15 e 17 anos) em mais de 8 Universidades nos EUA. Acesse o site do EducationUSA Academy para mais informações.

Para quem está escolhendo uma universidade, veja se sua Universidade tem um Programa de Summer e aproveite para conhecer o campus. 

10 Razões para aplicar para um Women’s College

Montar um college list nem sempre é fácil… Os Estados Unidos têm mais de 4 mil universidades, 48 delas são somente para mulheres. Esta abundância de opções dificulta analisar as universidades com perfis diferentes do que estamos acostumados, como universidades só para mulheres.

Existem muitos estereótipos, mas estamos aqui para ajudá-la a quebrar estes paradigmas.

Não faça sua lista antes de considerar algumas razões para aplicar para um Women’s College:


1. “Girl Power” existe

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Diferente do que muitos imaginam, Women’s Colleges são lugares para empoderar a mulher, e não excluí-la dos homens. Estas instituições valorizam o lugar das mulheres no meio educacional, social e no mercado de trabalho.


 2. Menos sexismo em sala de aula

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A maior parte dessas instituições tem um corpo docente misto, sendo a maioria mulheres. Quando você está rodeada de mulheres confiantes cuja meta é dar seu melhor em qualquer situação, você acaba se inspirando a fazer o mesmo.


3. Inspirando mulheres que inspiram outras mulheres.

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Nestas instituições os exemplos recebidos pelas alunas são de mulheres em cargos de destaque e liderança, inspirando as alunas a pensarem com naturalidade em alcançar esses cargos. Ao longo do tempo criou-se uma comunidade onde ao invés competitividade, encontra-se apoio, encorajamento e inspiração.


4. Se formar com um network de mulheres bem sucedidas.

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Muitos alunos constróem a lista de faculdades baseado nos benefícios que a instituição pode prover no futuro. Um Women’s College traz o benefício de uma rede de mulheres bem sucedidas no mundo inteiro. Hillary Clinton and Pamela Melroy (Wellesley), Meryl Streep (Vassar), Gloria Steinem (Smith), Katherine Hepburn (Bryn Mawr) e Sofia Coppola (Mills College) são alguns exemplos.


5. Construção de mulheres com Autoconfiança e Iniciativa.

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Os Women’s Colleges são conhecidos por mulheres suas ex-alunas que conquistam posições que são predominantemente masculinas. Há sempre o incentivo para prosseguir e se destacar na área pela qual você tem paixão.


6. Não é um convento.

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A maioria desses Women’s Colleges não é associada a uma religião, e, sim, você irá encontrar homens no seu campus. A maioria dos Women’s College são parte de consórcios de universidades, que permitem que as alunas possam fazer matérias em outras universidades, e vice-versa. A ideia definitivamente não é a de isolar as mulheres.


7. Um olhar crítico sobre o papel da mulher na sociedade moderna.

7. um olhar critico sobre o papel da mulher na sociedade moderna
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Nessas instituições você vai encontrar diversidade em todos os sentidos. Sabemos que muitos presumem que na faculdade será onde o grande amor da sua vida está. Mas aqui, você irá apender o seu lugar no mundo e sua missão. O embrião da carreira será formado, e seu projeto de vida começa com a realização do seu papel na sociedade.


8. Conviver com mulheres com sede de conhecimento, mudança e crescimento.

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Em ambientes com mulheres que tem esses objetivos, você se sentirá desafiada a abrir sua mente, participar de discussões, formar e defender seus pontos de vista.


9. Você aprende que Feminismo é muito mais do que “Girl Power”

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Preceitos feministas acabam sendo um tópico recorrente em Women’s Colleges. Um olhar sempre crítico, atual e renovador sobre o tema num grupo bastante diverso de mulheres faz com que a reflexão sobre a temática seja diária.


10. Incentivo e preparação para conseguir tudo o que quiser.

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Prepare-se para entrar em uma atmosfera de muito trabalho, mas também de muito incentivo. Estas instituições têm como meta graduar mulheres bem sucedidas e capacitadas para seguir o rumo que quiserem.


Finalmente, lembre-se que você, como brasileira nos EUA, será sempre uma representante da sua cultura e embaixadora do seu país. Você pode tanto aprender com outras culturas quanto ensinar sobre a sua.

Como em muitas universidades, você vai fazer parte de uma comunidade, fazer grandes amigas, se preparar para os próximos passos e viver intensamente uma das fases mais desafiantes intelectualmente.

Para quem está escolhendo uma universidade, faça suas pesquisas e leve em consideração nossa lista ao escolher suas universidades.

De São Paulo para Michigan

Já imaginou trocar o clima tropical do Brasil pelo congelante Norte dos Estados Unidos? Conheça hoje a história de como uma brasileira completou o processo de aplicação para as universidades americanas com o nosso centro e escolheu o frio para ingressar em uma das escolas mais renomadas de Engenharia do Mundo. Continuar lendo De São Paulo para Michigan

Curso de inglês e preparatório para admissão nos EUA

Se você está no ensino médio e quer fazer curso de inglês, preparatório para o processo de admissão e de quebra ainda viajar nas próximas férias, hoje é o seu dia: você acaba de encontrar o EducationUSA Academy!

Continuar lendo Curso de inglês e preparatório para admissão nos EUA

Starting Fresh: uma graduação diferente

Já imaginou fazer a sua graduação passando por sete cidades ao redor do mundo, como São Francisco, Berlim e Buenos Aires, com um currículo inovador e aulas em formato de seminários?

Conheça a experiência do Danilo, um brasileiro que está estudando na Minerva.

Continuar lendo Starting Fresh: uma graduação diferente

Starting Fresh: community college

Juan começou a passar em Orientação Individual conosco no começo de 2014. Ele já estava fazendo graduação em uma faculdade aqui no Brasil, mas tinha o objetivo de transferir ou começar de novo o curso nos Estados Unidos, em uma universidade.

Depois de começar o processo, ele acabou decidindo ir para um community college, para depois fazer transferência para uma universidade de quatro anos.

Ele está no seu primeiro ano, e está muito feliz! Veja a sua história:

Continuar lendo Starting Fresh: community college