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Transgender Students at United States Men’s and Women’s Colleges

By Devin McCarthy

Four traditional men’s colleges remain across the United States: Morehouse College, Hampden-Sydney College, Saint John’s University, and Wabash College. Only Morehouse accepts transgender men, and the school requires students to continue to identify as male for their entire time at the college in order to be eligible to graduate. While this policy is a significant step for the acceptance of transgender men nationwide, we are still clearly a long way from true recognition of the rights of trans men at American institutions.

Until recently, transgender women were barred from all women’s colleges in the United States. Calliope Wong made headlines in 2013 when she was denied entry into Smith College due to her biological sex and birth. Strong backlash caused women’s schools across the country to reconsider their admissions policy for trans women. Today, 26 of the 39 schools in the Women’s College Coalition accept at least some transgender women. However, these policies vary wildly. Some have very strict regulation as to which transgender women can be accepted, only a few admit trans men, and several admit non-binary students as well. Policies can be as inclusive as Mount Holyoke College, which accepts every student except those who were born biologically male and continue to identify as men, or as specific as Smith College, which accepts transgender women but notes that transgender men and gender-non-conforming students are not eligible for admission.

Barriers for transgender women at women’s colleges do not end after the admissions process, however. Trans women in athletics, for example, is still a hotly contested topic nationwide. The National Collegiate Athletics Association (NCAA) released guidelines for transgender women in 2010. These regulations state that students taking hormones must have received a diagnosis of “Gender Identity Disorder or gender dysphoria and/or Transsexualism”, an objectively outdated statement. Transgender women are also forced to take at least one year of testosterone suppression treatment before participating in athletics. These student-athletes face extreme criticism from the public and often do not feel fully accepted by their teammates or their institution as a whole. The constant accusations of “an unfair advantage” or “not belonging in the sport” can discourage transgender women and take the focus away from their athletic accomplishments.

Transgender students have to overcome all the usual challenges of a college student – difficult classes, roommate problems, homesickness – while also dealing with discrimination and often violence. These students experience sexual violence at a rate two to three times higher than that of their cisgender peers, and over one in four transgender people in the U.S. has been the victim of a bias-driven assault. Finally, many trans students, especially at men’s and women’s colleges where they are underrepresented, feel pressure to speak for and promote equal rights for transgender and gender-non-conforming students nationwide.

When school policy does not care for trans students, the burden of fighting discrimination falls on the individual students themselves. While progress is being made, institutions cannot just admit transgender students; they need to promote and enforce their rights.

10 Razões para aplicar para um Women’s College

Montar um college list nem sempre é fácil… Os Estados Unidos têm mais de 4 mil universidades, 48 delas são somente para mulheres. Esta abundância de opções dificulta analisar as universidades com perfis diferentes do que estamos acostumados, como universidades só para mulheres.

Existem muitos estereótipos, mas estamos aqui para ajudá-la a quebrar estes paradigmas.

Não faça sua lista antes de considerar algumas razões para aplicar para um Women’s College:


1. “Girl Power” existe

1. Girl Power existe

Diferente do que muitos imaginam, Women’s Colleges são lugares para empoderar a mulher, e não excluí-la dos homens. Estas instituições valorizam o lugar das mulheres no meio educacional, social e no mercado de trabalho.


 2. Menos sexismo em sala de aula

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A maior parte dessas instituições tem um corpo docente misto, sendo a maioria mulheres. Quando você está rodeada de mulheres confiantes cuja meta é dar seu melhor em qualquer situação, você acaba se inspirando a fazer o mesmo.


3. Inspirando mulheres que inspiram outras mulheres.

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Nestas instituições os exemplos recebidos pelas alunas são de mulheres em cargos de destaque e liderança, inspirando as alunas a pensarem com naturalidade em alcançar esses cargos. Ao longo do tempo criou-se uma comunidade onde ao invés competitividade, encontra-se apoio, encorajamento e inspiração.


4. Se formar com um network de mulheres bem sucedidas.

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Muitos alunos constróem a lista de faculdades baseado nos benefícios que a instituição pode prover no futuro. Um Women’s College traz o benefício de uma rede de mulheres bem sucedidas no mundo inteiro. Hillary Clinton and Pamela Melroy (Wellesley), Meryl Streep (Vassar), Gloria Steinem (Smith), Katherine Hepburn (Bryn Mawr) e Sofia Coppola (Mills College) são alguns exemplos.


5. Construção de mulheres com Autoconfiança e Iniciativa.

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Os Women’s Colleges são conhecidos por mulheres suas ex-alunas que conquistam posições que são predominantemente masculinas. Há sempre o incentivo para prosseguir e se destacar na área pela qual você tem paixão.


6. Não é um convento.

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A maioria desses Women’s Colleges não é associada a uma religião, e, sim, você irá encontrar homens no seu campus. A maioria dos Women’s College são parte de consórcios de universidades, que permitem que as alunas possam fazer matérias em outras universidades, e vice-versa. A ideia definitivamente não é a de isolar as mulheres.


7. Um olhar crítico sobre o papel da mulher na sociedade moderna.

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Nessas instituições você vai encontrar diversidade em todos os sentidos. Sabemos que muitos presumem que na faculdade será onde o grande amor da sua vida está. Mas aqui, você irá apender o seu lugar no mundo e sua missão. O embrião da carreira será formado, e seu projeto de vida começa com a realização do seu papel na sociedade.


8. Conviver com mulheres com sede de conhecimento, mudança e crescimento.

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Em ambientes com mulheres que tem esses objetivos, você se sentirá desafiada a abrir sua mente, participar de discussões, formar e defender seus pontos de vista.


9. Você aprende que Feminismo é muito mais do que “Girl Power”

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Preceitos feministas acabam sendo um tópico recorrente em Women’s Colleges. Um olhar sempre crítico, atual e renovador sobre o tema num grupo bastante diverso de mulheres faz com que a reflexão sobre a temática seja diária.


10. Incentivo e preparação para conseguir tudo o que quiser.

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Prepare-se para entrar em uma atmosfera de muito trabalho, mas também de muito incentivo. Estas instituições têm como meta graduar mulheres bem sucedidas e capacitadas para seguir o rumo que quiserem.


Finalmente, lembre-se que você, como brasileira nos EUA, será sempre uma representante da sua cultura e embaixadora do seu país. Você pode tanto aprender com outras culturas quanto ensinar sobre a sua.

Como em muitas universidades, você vai fazer parte de uma comunidade, fazer grandes amigas, se preparar para os próximos passos e viver intensamente uma das fases mais desafiantes intelectualmente.

Para quem está escolhendo uma universidade, faça suas pesquisas e leve em consideração nossa lista ao escolher suas universidades.